Black Friday: comércio da capital registra bom movimento durante o dia

A Black Friday já é uma data característica que movimenta o comércio e, mesmo com a pandemia, as lojas aqui de Porto Alegre receberam os clientes interessados nas ofertas mais em conta.

A decoração preta é símbolo da data que o comércio vê com esperança. A Black Friday é mais uma tentativa das lojas de atraírem clientes, com promoções atrativas para o consumidor. Pelas ruas do centro de Porto Alegre, não era difícil encontrar pessoas com sacolas carregadas de compras.

“Eu comprei uns travesseiros, bastante coisa de higiene. Eu comprei bastante coisa útil, pois estava bem mais barato”, revelou a auxiliar administrativa, Gabriele Henriques da Silva.

Uma das estratégias dos comerciantes é convencer os clientes que procuram um produto específico a levarem outra oferta que seja interessante. Mas aquela olhadinha precisa ser dada com cautela. O Ário tava bem focado no que precisava.

“Eu andei pesquisando monitor de computador e vi que deu uma baixada. Não vou comprar mais nada, porque eu me preparei para isso, pois se não acaba perdendo o sentido da preparação”, explicou o funcionário público, Ário Gonçalves.

As medidas de higiene estavam sendo rigorosamente seguidas em todas as lojas do centro de Porto Alegre. Com álcool em gel e checagem de temperatura, os clientes possuem uma segurança a mais para fazerem as compras na loja física. Já que os canais on-line também possuem condições bem vantajosas e acessíveis nesta Black Friday.

“Hoje a diferença já não é tão grande do site para a loja. E a comodidade de tu já pegar o produto, levar na hora e negociar direto com o vendedor na loja, isso acaba fazendo a diferença e o cliente acaba optando por comprar na loja”, comentou o gerente de loja, Diego Abreu.

O Ivo se interessou por um secador de cabelo, mas depois de pagar, não recebeu o produto. “Eu comprei um produto, fiquei uma hora para pagar, paguei o produto com desconto, e o pessoal levou mais de uma hora para procurar no estoque, só que não acharam e me disseram que não tinham o produto para me entregar. Eles não quiseram trocar por um produto similar. Como eu paguei no cartão, eu só ia receber esse valor daqui a três meses. Agora vou ver o que o Procon faz em virtude disso, se pelo menos eu consigo receber o produto que eu comprei né”, disse o autônomo Ivo Kappel.

No ano passado, os números do varejo gaúcho ultrapassaram a média nacional da data.

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