Bolsonaro flexibilizará obrigações fiscais de igrejas

Em reunião no Planalto em maio, com a presença do ministro da Economia, Paulo Guedes , Bolsonaro estabeleceu prazo de dois meses para o secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, atender a solicitações de parlamentares que contestam multas cobradas de entidades religiosas.

Entre as vitórias da igreja, estão o fim da obrigação de igrejas menores se inscreverem no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), já editada pela Receita; e a elevação (de R$ 1,2 milhão para R$ 4,8 milhões) do piso de arrecadação para que uma igreja seja obrigada a informar suas movimentações financeiras diárias.

Informações preliminares apontam que, até o momento, o governo atendeu 30% das sugestões dos evangélicos. O público é responsável por 41% de aprovação de Bolsonaro contra apenas 25% dos católicos.

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