Chuva e vento forte podem atingir Porto Alegre nesta sexta e neste sábado

A chuva deve voltar na Capital nesta sexta-feira (26) e neste sábado (27), mas não será volumosa. São esperados 20 a 30 milímetros de chuva. Segundo a Defesa Civil Municipal e o Sistema Metroclima, a situação será pior no Leste do Rio Grande do Sul, que deve enfrentar vento forte, com rajadas que podem chegar até 100 quilômetros por hora no sábado, por causa de um ciclone que está no Oceano Atlântico. Em Porto Alegre as rajadas podem atingir 80 quilômetros por hora.

Segundo a meteorologista Estael Sias, da MetSul Meteorologia, os ciclones são comuns entre o Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Argentina e Uruguai. “É muito comum nesta época do ano porque ciclones extratropicais se formam com o contraste térmico típico da primavera”, afirma. Ainda de acordo com Estael, o fenômeno não representa grandes riscos.

Nesta sexta-feira, será realizada uma reunião do grupo de trabalho criado pelo prefeito Nelson Marchezan Júnior para monitorar os prognósticos climáticos. As secretarias envolvidas vão se reunir para alinhar as ações. O grupo é composto pela Comissão Permanente de Atuação em Emergências, que envolve a Secretaria Municipal do Meio Ambiente e da Sustentabilidade, Secretaria Municipal de Saúde, Secretaria Municipal de Segurança, Centro Integrado de Comando da Cidade, Empresa Pública de Transporte e Circulação, Secretaria de Desenvolvimento Social e Esporte, Departamento Municipal de Água e Esgotos, Departamento Municipal de Habitação, DMLU (Departamento Municipal de Limpeza Urbana), Departamento de Esgotos Pluviais, Fundação de Assistência Social e Cidadania e Gabinete de Comunicação Social, nas ações de emergências.

A Empresa Publica de Transporte e Circulação já está com equipes preparadas para ações de bloqueio e desvios, conforme a necessidade. A Divisão de Espaços Verdes, da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos, responsável pelo manejo arbóreo, estará com cinco equipes de plantão, atendendo as demandas envolvendo quedas de árvores e galhos, com prioridade para vias com bloqueio. Somam-se ainda cerca de 45 profissionais de zeladoria urbana do DMLU, que atuarão na limpeza e no recolhimento do lixo espalhado durante o evento climático. A Divisão de Manutenção de Águas Pluviais está em alerta, para possíveis casos de alagamentos ou acúmulo de água. O Centro Integrado de Comando atua na articulação com os órgãos e monitoramento das imagens disponíveis.

 



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