Estado passa por momento crítico e retorno das aulas fica sem previsão

Na manhã da quinta-feira (02), Eduardo Leite fez um apelo para os gaúchos. O governador alertou que os próximos 15 dias serão cruciais para a luta contra o novo coronavírus. A chegada do frio causa apreensão com a possibilidade de sobrecarregar o sistema de saúde. Atrelado a essa expectativa, o governo fez novos anúncios durante a tarde.

O retorno presencial das escolas saiu da pauta do Governo Estadual. Após anunciar que a volta poderia ser em agosto, agora não existe mais uma previsão, devido à fase da pandemia no estado. Nesta quinta, o Piratini deu início a uma consulta pública com entidades ligadas à educação. O projeto vai questionar a ordem da volta do ensino presencial, que ocorrerá por etapas, e os protocolos que devem ser adotados. Enquanto isso, alunos da rede pública seguem com atividades remotas.

“Nós estamos justamente passando por um momento mais crítico agora, não é razoável que a gente faça evidentemente um retorno as aulas de forma presencial”, revelou o governador do RS, Eduardo Leite.

O governo anunciou também que vai triplicar o número diário de testes RT-PCR, que identifica quem está portando o vírus. A aplicação saltará para três mil testes ainda em julho, conforme o plano do Piratini. A medida foi viabilizada através do programa todos pela saúde.

“Mobilizar um programa de rastreamento e acompanhamento de casos no estado, temos que ser mais assertivos no isolamento e no distanciamento das pessoas que efetivamente entraram em contato com o vírus”, esclareceu Leite.

Nesta sexta-feira (03), o governo atualiza a situação das regiões, em uma nova semana do plano do distanciamento controlado. Leite já adiantou que nenhuma região entrará em bandeira preta, que representa o risco altíssimo. Os municípios podem contestar a classificação do mapa até a segunda-feira (06), quando as bandeiras definitivas são divulgadas para entrar em vigor na terça (07).

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