Famílias enfrentam o segundo Dia das Mães na pandemia

Esse é o segundo ano em que o Dia das Mães é comemorado em meio a pandemia. Uma data tão familiar, que para muitas pessoas ainda foi celebrado à distância. O Jornal da Pampa conversou novamente com as famílias que mostramos no Dia das Mães do ano passado.

Em 2020, o Jornal da Pampa falou com a Aline e com a Judite, duas profissionais da área da saúde que descreveram o primeiro Dia das Mães durante a pandemia. Mas um ano depois, o que mudou?

Aline trabalha na área da saúde e passou mais um ano longe da mãe. Para ela, a presença materna está fazendo falta. “O que eu mais sinto falta é de ter alguém para conversar, alguém que eu consiga me abrir, ainda mais com essa questão da pandemia. A gente como profissional da saúde sentimos falta de desabafar, ter aquele colo e ter alguém para dividir as alegrias e tristezas. A minha mãe era a pessoal ideal para me entender, conversar comigo, para eu chorar e desabafar. Eu sinto muita falta disso”, relatou a enfermeira Aline Schulz.

Judite também trabalha na linha de frente e tem duas filhas pequenas em casa. No ano passado, ela não conseguiu passar a data com as filhas devido aos plantões. Nesse domingo (09), já vacinada, ela conseguiu ficar em casa com as meninas, que vibraram com a notícia.

“Este dia das mães foi melhor, pois no ano passado eu estava trabalhando. Elas ficaram muito felizes com essa minha mudança no setor de trabalho, isso mudou bastante para gente. Elas dizem que a mamãe consegue ficar mais tempo com elas, essa foi a minha maior mudança”, contou a técnica em enfermagem, Judite Giongo.

Um ano depois a esperança dessas mães segue a mesma: que em 2022 elas possam celebrar a data da forma tradicional: reunido a família, com seus filhos, mães e muitos beijos e abraços.

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