Grupo protesta e pede que serviço em academias seja essencial em Porto Alegre

A manhã de sexta-feira (26) foi marcada por protestos no centro da capital gaúcha. Representantes de academias, que devem ficar fechadas em municípios com bandeira vermelha, discordam da medida do governo.

A manifestação durou cerca de duas horas. Por alguns momentos sem respeitar o distanciamento, dezenas de pessoas incluindo proprietários de academias, personal trainers e educadores físicos participaram da ação. Para o presidente da Associação das Academias Gaúchas, o serviço deve ser considerado essencial já que está envolvido também com a saúde das pessoas.

“O Ministério da Saúde nos convocou para trabalhar em prol da saúde das pessoas, mas o governo do estado não nos reconhece como essenciais da saúde e nem o governo municipal. Nós lutamos para conseguir cuidar do nosso ambiente de trabalho para que as pessoas possam ir as academias, manter a imunidade em alta para que não entrem em grupo de risco e não lotem os hospitais”, relatou o presidente da Associação das Academias Gaúchas, Décio Tiarajú.

De acordo com o presidente, o grupo elaborou uma solicitação formal para entregar ao governador Eduardo Leite. Os manifestantes ainda se deslocaram até à prefeitura de Porto Alegre, onde ocorria outro protesto pelo retorno das atividades econômicas, organizado por representantes do comércio.

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