A Polícia Federal apreendeu cerca de 800 mil reais em dinheiro vivo no Chuí

A Polícia Federal, em ação que contou com apoio da Receita Federal, apreendeu na manhã desta segunda-feira (16), durante abordagem de rotina realizada no Posto Migratório do Chuí, no Uruguai, aproximadamente 800 mil reais transportados por dois indivíduos que saíram da cidade de São Paulo no último sábado, e viajavam em um ônibus da empresa Planalto, procedente de Porto Alegre.

O dinheiro estava escondido no interior de duas mochilas e seria levado para a cidade uruguaia do Chuy, onde, segundo um dos presos, seria trocado por dólares em casa de câmbio do país vizinho.

Os envolvidos foram presos em flagrante e responderão pelo crime de evasão de divisas perante a Justiça Federal de Rio Grande.

Assalto em ônibus

Um ônibus de turismo de uma empresa do Uruguai foi assaltado por volta das 4h20min na madrugada desta segunda-feira (16), na BR-290, no quilômetro 183, em Minas do Leão, na Região Carbonífera do Rio Grande do Sul.

Conforme a PRF (Polícia Rodoviária Federal), ocupantes de um automóvel ainda não identificado abordaram o coletivo na BR-290 e levaram o veículo até estrada vicinal onde ocorreu confronto com um policial militar que estava no ônibus.

Um assaltante foi morto e os outros três fugiram. O motorista do ônibus, um cidadão uruguaio, foi ferido com nas costas durante a troca de tiros e foi encaminhado em estado estável para o Hospital de São Jerônimo. A ocorrência foi atendida pela Polícia Rodoviária Federal de Pantano Grande.

Quadrilha é condenada

Uma quadrilha acusada de preparar e distribuir no Brasil quase 5 toneladas de maconha e cocaína vindas do Paraguai foi condenada na última semana pela 1ª Vara Federal de Santo Ângelo. A ação penal é decorrente da chamada Operação Petros, que reuniu mais de 10 mil páginas de relatos e documentos, incluindo registros de faturamento que somaram mais de R$ 14 milhões. A maior pena foi imposta para o fornecedor da mercadoria: 51 anos e quatro meses de reclusão em regime fechado. A sentença foi proferida pela juíza federal substituta Carla Tomm Oliveira. De acordo com a denúncia oferecida pelo MPF (Ministério Público Federal), a atuação do grupo teria sido monitorada de maio de 2016 até meados de 2017. Dezesseis pessoas, sendo onze homens e cinco mulheres, foram ligadas aos crimes de associação para o tráfico de drogas; tráfico internacional de entorpecentes e instrumentos para o tráfico; lavagem de bens, direitos e valores; moeda falsa e tráfico internacional de armas.