Obras de macrodrenagem da capital gaúcha são esperanças para evitar alagamentos

O ciclone bomba que passou por grande parte do estado evidenciou falhas no saneamento básico de muitas cidades. Em Porto Alegre, avenidas alagaram e os motoristas tiveram dificuldade pra circular. Um plano de drenagem na capital já está em construção e promete resolver muitos problemas.

Em menos de 12 horas Porto Alegre registrou mais da metade da chuva prevista para todo o mês de julho. O reflexo disso foi o alagamento de vias da capital gaúcha. Trabalhando nesses problemas, nesta quinta-feira (02) a prefeitura realizou uma obra de macrodrenagem, com 26 intervenções focadas no arroio areia, na zona norte. A quarta fase do projeto teve início no ano passado e um investimento total que ultrapassa os R$ 100 milhões, com a intenção de amenizar um problema histórico.

“Onde o objetivo dele é conter mais de nove milhões de litros de água e que posteriormente eles vão dar um amortecimento necessário para que chegue na parte baixa do município com mais tranquilidade”, esclareceu o secretário de infraestrutura e mobilidade urbana de Porto Alegre, Marcelo Gazen.

A capacidade das casas de bombas de Porto Alegre foi dobrada. O conjunto de obras agem para dar suporte às estruturas de escoamento. O plano prevê que o projeto seja entregue até maio do ano que vem. No caso da Praça Fortunato Pimentel, após a conclusão dos trabalhos, ela vai ganhar melhorias e também se transformar numa nova alternativa de lazer.

“Ela vai amenizar e diminuir todos esses alagamentos e essas enchentes que a gente vem acompanhando, ela é uma obra prioritária do governo que a gente vem tocando com muita vontade, com muita força para que cada vez mais a gente amplie e consiga dar essa funcionalidade total”, finalizou Gazen.

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