Paulo Sérgio entrevista Fernanda Melchionna, candidata à prefeitura de Porto Alegre

Dando sequência à série de entrevistas com os concorrentes à Prefeitura de Porto Alegre, o Pampa Debates desta terça-feira (20) recebeu a candidata do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), Fernanda Melchionna. Ela foi eleita deputada federal pelo Rio Grande do Sul nas eleições de 2018.

Natural de Alegrete, na fronteira do Estado, Melchionna chegou a Porto Alegre em 2001 para cursar biblioteconomia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs). “Eu já participava [da política] um pouco antes de entrar na universidade. Na luta em defesa da universidade pública”, relembrou a candidata.

O primeira partido de Fernanda foi o PT, mas, durante o primeiro mandato do ex-presidente Lula, decidiu sair devido à “decepção” com o petista. Foi quando ela se filiou ao PSOL, em 2005. Em 2008, Fernanda foi eleita vereadora de Porto Alegre, se reelegendo ao cargo em 2012 e 2016. Em 2019 tomou posse como deputada federal e agora concorre a uma vaga na prefeitura de Porto Alegre.

Ao falar sobre suas propostas, Fernanda afirmou que quer reduzir o próprio salário caso eleita como prefeita. “Eu quero reduzir o salário do prefeito e do vice, isso dá uma economia de 63 milhões”, disse. Além disso, para o mandato ter mais recursos, pretende cobrar devedores do município para financiar projetos para a população endividada.

A educação também entrou em pauta. “Para recuperar esse ano de pandemia, vamos propor educação integral. Precisamos melhorar a rede pública, além de ter uma política pública voltada à escola.” A candidata ainda acredita que privatizar praças e locais públicos não seja a solução. “O desafio é desenvolver o serviço público. A cidade tem que ser de convivência, praças e parques têm que ser públicos”, evidenciou.

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