Paulo Sérgio Pinto entrevista candidato à reeleição Nelson Marchezan Júnior

Dando sequência à série de entrevistas com os concorrentes à Prefeitura de Porto Alegre, o Pampa Debates desta quarta-feira (14) recebeu o atual chefe do Executivo, Nelson Marchezan Júnior (PSDB), que concorre à reeleição.

O candidato de 37 anos é formado em Direito e começou sua trajetória política em 2006, quando eleito deputado estadual. Em 2016, foi eleito prefeito da capital gaúcha pela coligação Porto Alegre Pra Frente, com 402.165 votos no segundo turno.

Para Marchezan, assumir o cargo naquele ano não foi fácil. “A prefeitura estava quebrada e naquele ano de 2016 faltaram 390 milhões que tínhamos que pagar”, relembrou.

Ao falar sobre sua eleição, Marchezan comenta que a população queria mudança e elas aconteceram. “Ela [população] me elegeu porque não queria que aquela forma de governar continuasse e eu mudei isso. Promovi mudanças.” O candidato citou um site de notícias que comprovou isso. “Cumprimos a nossas promessas e nós sempre fomos, em todos os anos, os que mais cumpriram.”

Ao ser questionado pelos buracos que estão incomodando os porto-alegrenses, ele disse que o valor investido superou outros mandados. “O valor que será investido nesse ano e no ano que vem equivale ao valor investido a vinte anos.”

Já sobre a pandemia Marchezan disse que foi normal cometer erros, já que era algo novo, mas os números atuais mostram que há muitos acertos. “Não faltou hospital para ninguém. Tivemos menos mortes esse ano durante a pandemia que durante o mesmo período do ano passado”, comentou.

Durante o programa, Marchezan relembrou seus quatro anos de governo. “Ela [população] me elegeu porque não queria que aquela forma de governar continuasse e eu mudei isso. Promovi mudanças.”

Ao ser questionado pelos buracos que estão incomodando os porto-alegrenses, ele disse que o valor investido superou outros mandatos. “O valor que será investido neste ano e no ano que vem equivale ao valor investido a vinte anos”, ressaltou Marchezan.

Já sobre a pandemia, o candidato à reeleição disse ser normal cometer erros, mas que também houve acertos. “Não faltou hospital para ninguém”, salientou.

Assista ao programa completo:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *