Quase cinco toneladas de alimentos impróprios para o consumo foram apreendidas no interior do Rio Grande do Sul

A Força-Tarefa do Programa Segurança Alimentar fiscalizou sete estabelecimentos no município de Júlio de Castilhos, na Região Central do Rio Grande do Sul, na terça-feira (20). No total, 4,7 toneladas de alimentos impróprios para o consumo foram apreendidas.

Foram fiscalizados e autuados o Restaurante Casa Cheia II, Mercado Zanon, Supermercado Pegoraro, Churrascaria Estilo Campeiro, Supermercado Vila Rica, Supermercado Divisão e Mercado União. Entre os principais problemas encontrados pelos agentes da força-tarefa estão produtos fora do prazo de validade, com embalagens danificadas, fora da temperatura ideal, sem certificado de origem, estragados ou armazenados de forma incorreta.

No Supermercado Vila Rica, houve interdição da padaria por problemas de higiene e presença de insetos, inclusive baratas. No Supermercado Divisão, a padaria e o açougue foram interditados por falta de alvará. Também foram encontrados medicamentos no local.

Participaram da operação o coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado – Segurança Alimentar, Alcindo Luz Bastos da Silva Filho, representantes da Vigilância Sanitária Municipal de Júlio de Castilhos, da Secretarias Estaduais da Agricultura e da Saúde e do Procon Estadual.

Outra operação

No fim do mês passado, três estabelecimentos foram fiscalizados durante uma operação da Força-Tarefa Segurança Alimentar no município de Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo. No total, foram recolhidas duas toneladas e meia de alimentos impróprios para o consumo.

O Supermercado Big foi autuado. O Supermercado Imec também foi autuado e sofreu interdição parcial no depósito. Já o supermercado Soder foi totalmente interditado. Foram identificados problemas graves como carnes sem procedência, mal armazenadas e até podres. Os fiscais também encontraram diversos produtos fora da temperatura adequada (como presuntos congelados) ou do prazo de validade, muitos deles deteriorados e até mofados, e embalagens abertas ou danificadas.

Também foram detectados problemas de infraestrutura e higiene, portas, paredes, forros e equipamentos sujos e até encardidos. Participaram da operação o coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, Alcindo Luz Bastos da Silva Filho, o promotor de Justiça de Santa Cruz do Sul Érico Barin, representantes da Vigilância Sanitária Municipal de Santa Cruz do Sul, da Vigilância Sanitária Estadual, da Secretaria Estadual de Agricultura e da Delegacia do Consumidor.



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