Sartori definiu a equipe para o processo de transição do governo gaúcho

Foram definidos pelo governador gaúcho José Ivo Sartori os nomes dos secretários que participarão da transição de governo no Estado. Na segunda-feira (05), dia em que ele recebeu o governador eleito Eduardo Leite no Palácio Piratini, Sartori definiu que a transição será composta por Cleber Benvegnú, Cezar Schirmer, Ana Pellini, Luiz Antonio Bins e Carlos Búrigo, além da participação de Josué Barbosa e do procurador-geral do Estado, Euzébio Ruschel.

Depois de receber o governador eleito, Sartori se reuniu com todos os secretários. “Nossa meta é trabalhar até o último dia da gestão, contribuindo no apoio à equipe do governo eleito”, disse Benvegnú, chefe da Casa Civil e coordenador da transição pela atual gestão.

Conforme Sartori, “o processo será conduzido da forma mais saudável e democrática possível, apoiada no decreto 54.300, de 1º de novembro, que dispõe sobre a transição”.

Sartori explicou que, até o dia 1º de janeiro, a nova equipe de governo terá “muita responsabilidade e muita tarefa pela frente. Estaremos trabalhando em conjunto para auxiliar, colaborar, participar e envolver-nos, dando condições para que [Eduardo Leite] assuma com tranquilidade”, garantiu. “O Rio Grande é maior que todas as nossas diferenças”, enfatizou o emedebista.

Ao registrar a disponibilidade do atual governo em colocar a equipe governamental à disposição no processo de transição, o governador eleito Eduardo Leite ressaltou: “Temos o mesmo destinatário final das nossas ações, que é o povo gaúcho”.

O tucano citou ainda a necessidade de tomar conhecimento sobre o andamento de questões que devem ser ajustadas, como a adesão ao RRF (Regime de Recuperação Fiscal) com o governo federal, a concessão de benefícios fiscais, a abertura de capital da empresa Banrisul Cartões, o processo de venda da CEEE-GT, editais de processo de concessão de estradas, além de outros projetos que devem ter continuidade, como a Operação Verão.

Também mencionou a manutenção das atuais alíquotas do ICMS por pelo menos dois anos. Para isso, a atual gestão colocou-se à disposição para encaminhar projeto de lei para a Assembleia Legislativa.

“É um momento de grandeza política para o Rio Grande do Sul. O governador Sartori tem consciência disso e, portanto, serão levados em conta o interesse público e o interesse maior do Estado. Vamos governar até o último dia, exercendo as atribuições que dizem respeito ao nosso período, mas também colaborar com o que for possível, com transparência”, declarou o chefe da Casa Civil.

“Caberá também ao novo governo o protagonismo das negociações de votações para o futuro. Teremos uma postura colaborativa”, acrescentou Benvegnú.



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