Véspera do Dia das Crianças marca o primeiro domingo de shoppings reabertos

Esse foi o primeiro domingo desde o início da pandemia que os shoppings abriram em Porto Alegre. Essa nova medida foi pra aproveitar o movimento na véspera do Dia das Crianças.

Os pequenos dominavam o shopping na véspera do Dia das Crianças. De olho nas prateleiras, eles indicavam para os pais o que queriam. O João não tirava os olhos dos carrinhos de brinquedo e fez uma pressão nos papais para garantir um presente dobrado. “Eu queria ganhar um carro tipo esse, e um tipo esse também, dois presentes”, disse João Pedro Araújo, de 4 anos de idade.

Depois de sete meses fechados, era esperado que o primeiro domingo de shoppings reabertos em Porto Alegre, registrassem grande movimento. Melhor para os lojistas que tem o dia das crianças como uma data forte nas vendas que pode ajudar a recuperar o prejuízo.

Em uma estimativa, a Câmara dos Dirigentes Lojistas da capital aponta que o movimento desse domingo correspondeu a 70% das vendas do mesmo período do ano passado. E não são só os comércios ligados as crianças que se beneficiam da data, que já é a terceira mais importante do ano para o setor.

“Com certeza as lojas que vendem brinquedos, roupas infantis e todos esses produtos ligado a criança é o setor que mais se beneficia e que teve o melhor desempenho. Mas o movimento foi generalizado, todo o comércio acaba ganhando com isso né”, revelou o presidente da CDL Porto Alegre, Írio Piva.

Mas esse movimento maior nos shoppings foi controlado com medidas de segurança pra evitar aglomerações. Na entrada das loja de brinquedos, teve fila durante toda tarde para respeitar os 50% de ocupação.

“Pegamos uma fila, tinha umas 10 ou 12 pessoas. Conforme ia saindo as pessoas, outras iam entrando. É o correto né, infelizmente temos que enfrentar, mas está tudo certo, tudo vale a pena por eles”, comentou o pai e comerciante Nestor Fontana.

O uso de máscaras e a higienização das mãos com álcool em gel também estavam entre as regras de cada loja. E mesmo sendo um pouquinho chatas, as crianças sabem que as medidas são importantes. “Quando a gente entrou na loja eles pediram para a gente colocar máscara e álcool em gel. O uso da máscara é chato, mas necessário”, destacou Emanuelli Farias Teixeira, de 9 anos de idade.

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