Terça-feira, 27 de janeiro de 2026

A senadora que quer desafiar Davi Alcolumbre em fevereiro de 2025 na disputa pela presidência do Senado

Depois da lavada do PSD nas eleições municipais, Eliziane Gama disse ao líder Otto Alencar que o partido, com a maior bancada do Senado, tem que ter candidato à presidência da Casa. Como não vai ser ele, que comunicou aos colegas que ficaria fora da disputa, ela já se prontificou a entrar na corrida.

No mesmo grupo de WhatsApp em que Otto anunciou a decisão, a maranhense disse que quer discutir com os correligionários um projeto que parta de uma aliança com o MDB e do PT e apontou que, nos 200 anos de história do Senado, nunca uma mulher ocupou a presidência.

A postulação de Eliziane deve ser tratada na reunião da bancada do PSD na próxima terça-feira (5).

Presidente do Senado de 2019 a 2021, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) já havia recebido apoio do PL, do PP, do PSB e do PDT, além do próprio partido. O amapaense desponta como favorito a voltar ao cargo em fevereiro do ano que vem.

O líder do Republicanos no Senado, Mecias de Jesus (RR), disse, nesse sábado (2), que a bancada decidiu apoiar o senador Davi Alcolumbre (União-AP) na disputa pela presidência da Casa em 2025. A eleição da mesa diretora só acontece em fevereiro, mas o amapaense já possui o apoio de seis partidos, o que pode ser considerado como o voto de 38 senadores. União Brasil, PDT, PSB, PP e PL já declaram, oficialmente, a adesão à candidatura de Alcolumbre.

Apoio do PT

O amapaense agora tenta o apoio do PT, que tem nove senadores. “Nossa bancada já reuniu, a respeito da eleição da Mesa, nós vamos apoiar o Davi, sim”, disse Mecias ao R7. Composta por quatro senadores, a bancada, contudo, ainda não formalizou o apoio, como fizeram os outros cinco partidos.

Aos 47 anos, Alcolumbre tenta comandar a Casa Revisora pela segunda vez. Entre 2020 e 2021, o amapaense foi presidente do Senado. Apesar de a eleição dele ser considerada um consenso, faltam ainda seis partidos anunciarem a adesão a sua campanha.

O senador Marcos Pontes (PL-SP) anunciou sua candidatura ao posto sem comunicar o PL, que, horas depois, oficializou apoio ao amapaense. Atual presidente da Casa, Rodrigo Pacheco deve endossar a candidatura de Alcolumbre, pois teve seus dois mandatos costurados com a ajuda dele. As informações são da Revista Veja e do portal de notícias R7.

 

 

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