Domingo, 03 de julho de 2022

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Apple deve abandonar conector Lightning e estuda lançar iPhone com USB-C em 2023

Após fortes rumores de que a Apple finalmente deve substituir o conector Lightning pelo USB-C em seus iPhones no próximo ano, novos detalhes reforçam que a mudança deve chegar também para todos os acessórios da marca que ainda usam o conector proprietário.

Segundo o jornalista Mark Gurman do Bloomberg, a “Apple está testando futuros modelos de iPhone que substituem a atual porta de carregamento Lightning pelo mais prevalente conector USB-C”.

Fontes indicam que a Apple também estaria trabalhando em um adaptador que permitiria que futuros iPhones com USB-C funcionassem com atuais acessórios com conector Lightning.

Segundo o renomado analista Ming-Chi Kuo – que havia antecipado na semana passada a adoção do USB-C na linha iPhone 15 –, “outros produtos com porta Lightning (como AirPods, Magic Keyboard/Trackpad/Mouse, Bateria MagSafe) também devem mudar para o USB-C em um futuro previsível”.

Atualmente todos os fones de ouvido da Apple e boa parte dos acessórios oficiais para iPhones e Macs ainda contam com porta Lightning para que sejam recarregados.

Tirando seus smartphones, o único produto da Apple que resta com conector Lightning é o iPad mais acessível, uma vez que todo o restante da linha (iPad Mini, Air e Pro) já adotam a porta USB-C. Computadores da empresa também equipam o conector universal para carregamento e transferência de dados.

Há anos rumores indicam que a Apple trabalha em um iPhone sem portas, oferecendo carregamento sem fio, transferência de arquivos sem fio e eSIM (chip de operadora interno). O projeto segue em desenvolvimento, mas enfrenta problemas.

Segundo Kuo, “o iPhone sem portas pode causar mais problemas dada a atual limitação da tecnologia sem fio e o imaturo ecossistema MagSafe”.

O primeiro ponto levantado por Kuo fica para “a limitação da tecnologia sem fio”. Atualmente a Apple adota recarga sem fio de 15 W, potência extremamente lenta e que já é superada pelos concorrentes Android, com muitos celulares já adotando carregamento sem fio de 50W e alguns indo até 100W.

Por não utilizar um robusto sistema de resfriamento como fabricantes Android, a Apple precisa se limitar a adotar uma potência menor para carregamento sem fio e, assim, evitar superaquecimento durante a recarga.

Outro ponto levantado por Kuo fica para “o imaturo ecossistema MagSafe”, que de fato necessita de mais investimento pela Apple, com acessórios oficiais mais variados para que seu público comece a substituir o cabo físico pelo carregamento sem fio, além de levar o padrão para mais dispositivos além do iPhone – em especial iPads.

Estes dois pontos podem ser facilmente corrigidos pela Apple, resta saber quanto tempo a empresa levará para realizar tais melhorias em seus iPhones.

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