Domingo, 04 de janeiro de 2026
Por Redação do Jornal O Sul | 3 de janeiro de 2026
O presidente da Argentina, Javier Milei, comemorou neste sábado (3) o ataque dos Estados Unidos à Venezuela e a captura do ditador Nicolás Maduro.
Ao compartilhar uma notícia sobre os fatos nas redes sociais, ele escreveu: “A liberdade avança. Viva a liberdade!”.
Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou uma reunião ministerial para discutir o tema, que teve grande repercussão internacional.
Colômbia
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, manifestou “profunda preocupação” com os relatos sobre explosões na Venezuela e afirmou que rechaça “qualquer ação militar unilateral” que possa agravar a tensão na região ou “colocar em risco a população civil”.
Também disse que rejeita a “agressão à soberania da Venezuela” e pediu diálogo e autodeterminação aos povos. Mais cedo, ele afirmou que o país vizinho foi bombardeado com mísseis e anunciou reforço na fronteira para receber refugiados.
Cuba
Cuba classificou a operação militar dos EUA como um “criminoso ataque” e pediu uma reação urgente da comunidade internacional.
Rússia
O governo da Rússia classificou como um “ato de agressão armada” a intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela.
Em nota, o Ministério das Relações Exteriores russo disse estar “profundamente preocupado” e afirmou que, diante da situação, é importante evitar uma nova escalada da violência e concentrar esforços na busca de uma saída por meio do diálogo”.
Irã
O Irã, aliado da Venezuela, classificou o ataque “como uma violação flagrante da soberania nacional e integridade territorial”.
Alemanha
O Ministério das Relações Exteriores da Alemanha afirmou que acompanha a situação na Venezuela com “grande preocupação”.
Itália
O Ministério das Relações Exteriores da Itália afirmou que o país monitora a situação na Venezuela com atenção especial à comunidade italiana que vive no país.