Quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Biscoitos Zezé abraça novo projeto SAF do Brasil de Pelotas

A direção da Biscoitos Zezé, representada por José e Fábio Ruivo, recebeu Emerson Rosa, ex-jogador da Seleção Brasileira e agora líder da SAF do Brasil de Pelotas, acompanhado de Fernando Ferreira e Fábio Bampi. O encontro marcou não apenas o agradecimento pelos 14 anos ininterruptos de apoio da Zezé ao Grêmio Esportivo Brasil, mas também a apresentação oficial do novo projeto de gestão.

Emerson lidera o Consórcio Xavante, que adquiriu 90% da SAF do clube, mantendo o Brasil com 10% das ações e direito de veto sobre patrimônio imaterial. O modelo segue a tendência nacional de transformar clubes em sociedades empresariais, garantindo maior capacidade de investimento e sustentabilidade financeira.

Pilares da nova gestão

O projeto SAF prevê três frentes principais:

  • Centro de Treinamento moderno para profissionalizar a base.
  • Fortalecimento do elenco principal, com reforços e manutenção da comissão técnica campeã da Copa FGF.
  • Gestão financeira estruturada, com orçamento mínimo garantido para a próxima década.

Apego emocional e cidadania

A ligação da Zezé com o clube vai além do patrocínio: a empresa nasceu em Pelotas, e esse vínculo histórico explica o apego emocional à comunidade e ao Brasil de Pelotas. Para José e Fábio Ruivo, apoiar o Xavante é também valorizar as raízes da marca e reforçar o compromisso com a cidade. Emerson destacou que acessibilidade e apoio contínuo não são detalhes, mas questões de sobrevivência e segurança institucional.

Comparação e referência internacional

Enquanto grandes clubes brasileiros já avançaram em modelos de SAF, o Brasil de Pelotas é o primeiro do interior gaúcho a adotar o formato com protagonismo de um ex-capitão da Seleção. A iniciativa está alinhada às práticas recomendadas pela ONU e FIFA, que defendem transparência e sustentabilidade na gestão esportiva.

Ao unir tradição, inovação e responsabilidade social, o Brasil de Pelotas projeta-se como referência nacional em reestruturação de clubes, mostrando que a força do futebol também nasce do apego às origens e da valorização da comunidade. (por Gisele Flores – gisele@pampa.com.br)

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