Quarta-feira, 25 de março de 2026

Bolsonaro tem reclamado de dor no ombro direito e médicos indicam cirurgia

(Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)

O médico cardiologista Brasil Caiado, que faz parte da equipe responsável pelo tratamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), informou nesta quarta-feira (25), que o ex-chefe do Executivo tem se queixado de dores no ombro direito e que existe indicação para intervenção cirúrgica.

“Ele já vinha se queixando de uma dor no ombro direito há algum tempo. Nós solicitamos a avaliação de um especialista em ombro e cotovelo, que foi feita na segunda-feira à noite”, disse Caiado em entrevista a jornalistas no hospital DF Star, onde Bolsonaro está internado por causa de uma pneumonia.

“Na terça-feira, nós nos reunimos com o especialista e com o fisioterapeuta. A partir da ressonância, me parece que há uma indicação cirúrgica para lesão no ombro direito”, afirmou.

O médico também afirmou que, mesmo com a indicação para a cirurgia, é preciso avaliar o caso, pois neste momento Bolsonaro ainda está em recuperação da pneumonia. O ex-presidente foi internado no hospital em Brasília no último dia 13. Segundo o cardiologista, Bolsonaro vai seguir com o ciclo de antibióticos até esta quinta-feira (26), e deve ter alta hospitalar nesta sexta-feira (27).

“Fizemos um raio-X do tórax. Como clinicamente ele está estável, o raio-X de ontem à noite nos deixou muito tranquilos. Há uma significativa melhora do lado direito, praticamente o pulmão está normal, e ainda uma lesão residual, que também já era esperada pela gravidade (do caso), no pulmão esquerdo”, afirmou o médico, acrescentando que o ex-presidente precisará fazer fisioterapia em casa.

Bolsonaro foi condenado no ano passado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado para permanecer no poder após as eleições de 2022. Ele cumpre pena na Papudinha, em Brasília.

Nesta terça-feira (24), o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes concedeu prisão domiciliar humanitária a Bolsonaro por 90 dias. O magistrado impôs uma série de restrições que mantêm o ex-presidente sob controle rigoroso. A decisão prevê uso de tornozeleira eletrônica, proibição de celular e redes sociais, limitação de visitas e envio diário de relatórios de monitoramento à Corte. (Com informações de O Estado de S.Paulo)

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Política

Cigarro eletrônico dispara entre os jovens no Brasil
Pode te interessar
Baixe o app da TV Pampa App Store Google Play