Segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Caramelo é atração do verão na Ulbra Canoas


O Cavalo Caramelo não é apenas um animal resgatado. Ele se tornou um símbolo coletivo que condensa a tragédia e a esperança do Rio Grande do Sul. A cena dele sobre o telhado de uma casa em Canoas, imóvel e resistente, durante a enchente de maio de 2024, entrou para a memória nacional. Por dias, o cavalo permaneceu ilhado, até ser retirado em uma operação que mobilizou equipes de resgate e emocionou o país.

Hoje, o Caramelo vive em segurança no Campus da Ulbra Canoas, sob os cuidados do Hospital Veterinário da Universidade. Estimado em cerca de 12 anos, porte médio e pelagem caramelo que lhe deu o nome, ele segue saudável e tranquilo, acompanhado diariamente por especialistas. O que era sobrevivência virou presença: uma atração que carrega história.

Como reservar o horário

A visitação é aberta ao público, mediante agendamento prévio. As visitas acontecem de segunda a sexta-feira, das 14h às 15h, na Avenida Farroupilha, 8001 – Bairro São José, Canoas.

 Formulário de inscrição para visitação

Após o envio, aguarde o contato da equipe responsável para a confirmação da visita — é essa etapa que garante a reserva do horário e o bem-estar do animal, que mantém rotina estável e protegida. Formulário para agendamento: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdHIAr-FZuE2hZaCJ5nvcy6B6QLTXxhLgCeuwexmE3IQurw1A/viewform

Caramelo também no digital

O fenômeno não se limita ao campus. O perfil oficial no Instagram, @cavalocaramelo.oficial, compartilha o dia a dia do cavalo: passeios, cuidados, momentos bem-humorados. Com mais de 100 mil seguidores, o Caramelo virou presença afetiva também nas redes — uma janela de acompanhamento para quem ainda não conseguiu visitar.

Memória coletiva

O Caramelo é uma imagem-síntese da enchente de 2024. Como certos ícones que atravessam gerações, ele representa a dor e a resistência de um povo. A cena do telhado não é apenas lembrança: é memória viva que ajuda a manter acesa a história da tragédia e da reconstrução. Visitar o cavalo hoje é também um gesto de preservação dessa memória.

Impacto cultural

Da música aos “memes”, de campanhas de solidariedade a brinquedos, o Caramelo foi incorporado à cultura popular gaúcha. É o exemplo de como um episódio dramático pode se transformar em símbolo positivo, capaz de unir emoção, humor e esperança. Ícones assim não se fabricam — eles acontecem, e depois são cuidados.

Turismo afetivo

Conhecer o Cavalo Caramelo é uma forma de turismo afetivo. Famílias, turistas e curiosos encontram na Ulbra Canoas não apenas um animal, mas uma experiência simbólica. É o tipo de passeio que mistura lazer com reflexão, permitindo que cada visitante se conecte com a história recente do estado. O Caramelo é atração cultural, mas também é espaço de aprendizado e emoção.

Solidariedade em movimento

Sua imagem inspirou ações que revertam recursos para escolas atingidas pela enchente. O cavalo que sobreviveu ao desastre tornou-se ponto de partida para iniciativas de reconstrução — símbolos que mobilizam são mais do que lembranças: são motores.

Boa opção para o verão da criançada

Neste verão gaúcho, visitar o Cavalo Caramelo é mais do que um passeio. É celebrar a vida, refletir sobre o que nos marcou e se conectar com um símbolo de esperança. Para famílias, turistas e curiosos, é uma experiência única: ver de perto o cavalo que sobreviveu à enchente e hoje representa a alma do Rio Grande do Sul. Todos os dias, das 14h às 15h, com agendamento confirmado, na Ulbra Canoas.

Ícones também vivem no cotidiano — e o Caramelo, agora, vive bem. (por Gisele Flores – gisele@pampa.com.br)

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