Domingo, 21 de abril de 2024

CBF mira em Carlo Ancelotti e Seleção Brasileira deverá ter Ramon Menezes como interino no próximo mês

A Seleção Brasileira deverá disputar os amistosos de março, os primeiros após o fracasso na Copa do Mundo do Catar, sob o comando de um técnico interino. Sem conseguir avançar nas negociações com os principais técnicos europeus – Carlo Ancelotti, do Real Madrid, é o preferido -, a CBF deverá optar por Ramon Menezes, da Seleção Sub-20, para a primeira janela de datas Fifa do ano. Faltando cerca de 40 dias, contudo, nem os adversários, nem os locais dos jogos, estão definidos.

A opção por um interino mostra a dificuldade que o presidente Ednaldo Rodrigues enfrenta para fechar com Ancelotti ou com outro técnico do primeiro escalão do futebol europeu. No mês passado, o dirigente declarou que esperava que nos amistosos do próximo mês a seleção já tivesse seu novo técnico contratado. “Pode até ser que aconteça, mas o que eu pretendo é que em março já possamos ter um treinador definitivo, não um treinador que seja provisório”, disse na ocasião.

Agora, faltando cerca de um mês para a convocação e com as principais competições europeias em pleno andamento, na CBF já se admite que o novo técnico só deverá comandar a seleção em junho, em jogos pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026. A ideia é esperar o fim da temporada no Velho Continente para definir o novo comandante.

O nome mais forte é o do italiano Carlo Ancelotti. Nesta sexta-feira, a ESPN Brasil informou que ele teria dado sinal positivo para treinar o Brasil. Tanto Ancelotti quanto a CBF desconversaram sobre o tema. “Seleção Brasileira? Minha situação é muito clara, tenho contrato (com o Real Madrid) até 2024″, disse o treinador, que está em Rabat, no Marrocos. Neste sábado, o Real disputa a decisão do Mundial de Clubes com o Al Hilal.

Mas a opção por um interino no próximo mês demonstra que Ednaldo Rodrigues está mesmo disposto a investir em um técnico europeu, e o italiano é o seu preferido. Tanto é assim que o dirigente adiou a viagem que estava prevista para Europa este mês. E vale lembrar que dois treinadores que chegaram a ser associados à seleção, o francês Zinedine Zidane e o espanhol Luis Enrique, estão atualmente livres no mercado e, em tese, teriam caminho livre para treinar o Brasil.

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