Sábado, 27 de novembro de 2021

Conexão ANFAVEA divulga resultados da 3ª edição do “Estudo de Diversidade no Setor Automotivo”

Nessa quarta-feira (17), foi realizada mais uma edição do Conexão ANFAVEA (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores). O Presidente da Associação, Luiz Carlos Moraes, recebeu a CEO Paula Braga e a Editora Executiva Giovanna Riato, ambas da plataforma Automotive Business, para apresentar e debater os resultados da terceira edição do “Estudo de Diversidade no Setor Automotivo”. O evento foi realizado de forma virtual e contou com transmissão ao vivo pelo YouTube.

“Há alguns anos, nossas empresas começaram a trabalhar nessa questão de inclusão como questão prioritária nas suas políticas e recursos humanos, dedicando tempo e esforços para criarmos oportunidades igualitárias, que estimulem o reconhecimento dos nossos colaboradores por seus talentos e competências profissionais”, destacou o presidente da ANFAVEA, Luiz Carlos.

O novo estudo sobre Diversidade no Setor Automotivo foi realizado pela Automotive Business, plataforma de conteúdo voltada à liderança do setor automotivo e da mobilidade. Segundo a CEO Paula Braga, na edição de 2021, 84 empresas do setor automotivo participaram do estudo, sendo: 39% autopeças, 26% montadoras, 18% outros, 10% insumos, 5% distribuição de veículos e 3% serviços. De 2019 para 2021, o porcentual de empresas em estágio intermediário ou maduro na promoção do tema subiu de 31% para 47%.

Além disso, também aumentou a quantidade de empresas que se avaliam em estágio avançado: de 10% para 18%. São organizações que contam com programas estruturados que geram transformações visíveis, avaliação de metas e resultados e engajamento pleno das lideranças no tema.

De acordo com a CEO de Automotive Business, Paula Braga, a pesquisa apresenta avanços importantes. “A diversidade é muito recente no setor, até por uma questão muito cultural, já que antes o segmento atraia mais homens de um perfil muito específico. As mulheres chegaram mais recentemente. Não é tão simples trazer a presença feminina, mas estamos tendo esse avanço”, afirmou. “Todo o debate sobre o tema foi encorpando nos últimos anos, mas o que vemos é que não existe uma fórmula única, cada empresa precisa fazer o que funciona intermente. As organizações devem se permitir aprender e percebemos essa pré-disposição do setor em amadurecer junto”, completou.

Porém, há evoluções distintas entre os diferentes grupos de diversidade. Os eixos de Pessoas com Deficiência (PcD) e gênero são que mais recebem atenção do setor, sendo que 49% das empresas têm programas estruturados para PcDs e 47% para gênero. Mas falta o olhar mais cuidadoso para a inclusão de pessoas negras, de diferentes gerações e profissionais LGBTI+, para os quais apenas 30% das empresas desenvolvem programas estruturados.

“Muitas empresas percebem que, sem esse compromisso muito claro com a diversidade, diminui a atração e a retenção de talentos”, afirmou a editora executiva de Automotive Business, Giovanna Riato, durante a live. “É curioso porque há poucos anos, quando começamos a fazer a pesquisa, o que motivava as empresas a irem atrás do tema era a pressão das matrizes, com metas que vinham de fora, mas hoje está mudando muito. Existe uma motivação local, mais genuína”, ressaltou.

Para os interessados que não conseguiram acompanhar ao vivo, a live ficou salva no YouTube. Assista o estudo completo abaixo:

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