Sexta-feira, 23 de fevereiro de 2024

Coronavac para crianças: Ministério da Saúde compra 1 milhão de doses do Instituto Butantan

O Butantan afirmou nesta segunda-feira (15) que o Ministério da Saúde comprou 1 milhão de doses da Coronavac para crianças de 3 a 5 anos produzida pelo instituto.

De acordo com o texto, a vacina foi aprovada com unanimidade pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no dia 13 de julho.

O laboratório de São Paulo afirma que a quantidade de doses ofertada seria suficiente para a primeira dose dessa faixa etária. Ainda segundo o texto, as doses serão entregues até meados de setembro.

O Butantan afirma também que a encomenda de insumo farmacêutico ativo importado da China pode render 6 milhões de doses da Coronavac.

Volta

A Coronavac voltou a ser incluída no Programa Nacional de Imunização (PNI). A vacinação dessas crianças tem sido feita no país de forma isolada e independente em cidades que tinham lotes da vacina disponíveis.

No final do mês passado, o governador Rodrigo Garcia disse que serão importados 8 mil litros do produto da farmacêutica Sinovac para a produção de 10 milhões de doses do imunizante.

O governador chegou a afirmar que as vacinas estariam liberadas em agosto – o que não irá ocorrer. O estado diz que usou recursos da Fundação do Instituto Butantan para viabilizar essa importação.

O Distrito Federal e o Rio de Janeiro interromperam a vacinação com o imunizante.

Ômicron

O Reino Unido se tornou o primeiro país a aprovar uma vacina dupla, que combate o vírus original da covid e a variante ômicron mais recente.

A vacina atualizada oferecerá uma proteção melhor contra as versões mais recentes do novo coronavírus. A fabricante Moderna disse que poderia começar a fornecer doses nas próximas semanas.

As autoridades de saúde ressaltam que as pessoas devem tomar qualquer reforço, pois todas as vacinas oferecem proteção.

As vacinas originais usadas na pandemia foram pensadas para treinar o organismo para combater a primeira forma do vírus que surgiu em Wuhan, na China, no final de 2019.

Desde então, o novo coronavírus sofreu uma mutação substancial, com um fluxo de novas variantes que podem driblar algumas de nossas defesas imunológicas. Elas causaram grandes surtos em todo o mundo.

A vacina da Moderna tem como alvo tanto a cepa original quanto a primeira variante ômicron (BA.1). Ela é conhecida como uma vacina bivalente, porque visa combater duas formas da covid.

A Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde do Reino Unido avaliou os testes e aprovou a vacina para uso em adultos.

June Raine, diretora-executiva da agência reguladora, disse: “A primeira geração de vacinas contra a covid continuam fornecendo uma proteção importante contra a doença e salvando vidas. O que esta vacina bivalente nos dá é uma ferramenta afiada em nosso arsenal para nos ajudar a nos proteger da doença à medida que o vírus continua evoluindo”.

Os resultados dos testes feitos em 437 pessoas mostraram que a vacina atualizada é segura e dá uma melhor proteção imunológica contra as variantes mais recentes.

Os níveis de anticorpos que foram capazes de aderir e desativar a ômicron (BA.1) foram maiores nas pessoas que receberam a nova vacina. Testes contra variantes mais recentes da ômicron (BA.4 e BA.5) também demonstraram ter níveis mais altos de proteção com a vacina atualizada.

No entanto, é incerto o que enfrentaremos nos próximos meses e qual será o desempenho da vacina atualizada.

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