Domingo, 03 de julho de 2022

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Criminoso que matou policial civil em Gravataí é condenado a mais de 80 anos de prisão

O júri de Maicon de Mello Rosa, acusado de matar o policial civil Rodrigo Wilsen da Silveira, e de outros quatro réus foi encerrado na madrugada desta quinta-feira (19) em Gravataí, na Região Metropolitana de Porto Alegre.

Conforme a decisão do Conselho de Sentença, composto por sete jurados, todos foram considerados culpados. Além do assassinato do policial, Maicon, conhecido como Monstro, era acusado de mais três tentativas de homicídio. Os outros réus respondiam por tráfico de drogas, receptação e organização criminosa – crimes pelos quais Maicon também era acusado. Diante do veredicto, a juíza Valéria Eugênia Neves Wilhelm, que presidiu o julgamento, definiu as penas dos réus.

Maicon Rosa foi condenado a 80 anos e cinco meses de reclusão. Marcos Leandro Marques Fortunato e Guilherme Santos da Silva foram condenados a 19 anos e nove meses de reclusão; Alecsandro da Silva Borges, a 19 anos e sete meses de reclusão; e Cristiane da Silva Borges, a 21 anos e nove meses de prisão.

Ao longo do julgamento, iniciado na manhã de terça-feira (17), foram interrogados os cinco réus e ouvidas quatro testemunhas de acusação. Todos os réus já estavam presos.

Caso

O assassinato do policial aconteceu no dia 23 de junho de 2017, quando agentes realizavam uma operação para desarticular uma quadrilha de traficantes em Gravataí. Ao entrar em um apartamento onde estavam os criminosos, o escrivão e chefe da operação, Rodrigo Wilsen da Silveira, de 39 anos, foi baleado na cabeça por Maicon. O agente foi morto na frente da sua esposa, que também é policial civil.

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