Terça-feira, 16 de agosto de 2022

Disney perderá direitos sobre Mickey Mouse em 2024

Em 2024, a Walt Disney Company não poderá mais impedir que outros artistas ou empresas usem a imagem do personagem Mickey Mouse, que cairá em domínio público. Sob a legislação norte-americana, o ratinho criado para um desenho animado em 1928 tem a previsão de perder a proteção do copyright.

Com isso, qualquer pessoa poderá usar o Mickey sem um acordo de licença. No entanto, apenas a versão que aparece no curta-metragem do Steamboat Willie, de 1928 poderá ser usada livremente.

De acordo com a atual lei de propriedade intelectual do país, personagens e outros trabalhos artísticos deixam de ser exclusividade de quem os criou depois de 95 anos de sua concepção.

Mickey Mouse – a criação do ilustrador Walt Disney, o roedor que se tornaria a marca de um império global de entretenimento – cuja silhueta consiste simplesmente de um grande círculo e dois círculos menores que servem como orelhas, apareceu pela primeira vez no desenho em preto e branco Steamboat Willie ou “O vapor Willie”, em Nova York, em 18 de novembro de 1928.

O desenho animado foi pioneiro na animação pelo uso de som sincronizado – onde os movimentos na tela correspondem à música e aos efeitos sonoros, lançando uma das imagens mais reconhecidas no cinema e na televisão.

De acordo com o Museu Nacional de História Americana, ao longo dos anos, Mickey Mouse passou por várias transformações em sua aparência física e personalidade. Outros personagens já passaram para o domínio público como o Ursinho Pooh.

Em maio de 2022, o senador republicano Josh Hawley, do Missouri, ganhou as manchetes após ameaçar mudar lei para antecipar fim dos direitos da Disney sobre o Mickey Mouse. Hawley propôs um projeto que limita a proteção de direitos autorais a 56 anos e faz essa mudança ser retroativa.

Mudanças

O lugar mais mágico do mundo está diferente. Nos últimos dois anos, os parques da Disney, em Orlando, passaram por muitas mudanças por conta da pandemia e também pela troca do CEO da companhia – o cargo, que antes era de Bob Iger, agora é de Bob Chapek.

Quando o complexo reabriu em junho de 2020, depois de quase quatro meses fechado, os turistas já podiam sentir a diferença até mesmo antes de passarem pelos portais coloridos com o Mickey dando as boas-vindas.

Desde então, novas atrações, shows e serviços foram lançados e agora fazem parte das novidades do Walt Disney World Resort.

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