Sábado, 22 de janeiro de 2022

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Em depoimento à CPI da Covid, empresário Luciano Hang nega ter financiado “esquema de fake news”

O empresário Luciano Hang negou nesta quarta-feira (29), em depoimento à CPI da Covid no Senado, ter financiado um “esquema de fake news” e disse não fazer parte de um suposto “gabinete paralelo”, que aconselharia o presidente Jair Bolsonaro sobre medidas de combate ao coronavírus.

“Quero afirmar aqui nessa Casa, com a consciência tranquila e com a serenidade de quem tem a verdade a seu lado, que não conheço, não faço e nunca fiz parte de nenhum gabinete paralelo. Nunca financiei nenhum esquema de fake news e não sou negacionista”, declarou o dono da rede de lojas Havan.

Hang, que apoia o governo do presidente Jair Bolsonaro, disse que continuará postando opiniões nas redes sociais. “Como qualquer brasileiro, resguardado pela nossa Constituição e pela democracia, não abro mão da minha liberdade de expressão”, afirmou.

No depoimento, ele ressaltou que não é e “nunca” foi contra vacinas. “Tanto que disponibilizei todos os nossos estacionamentos como pontos de vacinação. Além disso, juntamente com outros empresários, fizemos campanha para que a iniciativa privada pudesse comprar e doar para acelerar o processo de imunização”, declarou.

Mãe

Hang afirmou que soube pela CPI que a Prevent Senior omitiu a Covid-19 do atestado de óbito da sua mãe, Regina Hang. O dono da Havan disse que, ao saber que a doença não constava no documento, procurou a empresa, que forneceu um segundo atestado. De acordo com ele, esse segundo documento, sim, mencionava a Covid.

Em seguida, o empresário afirmou ter sido informado pela Prevent Senior que houve um erro do médico plantonista que atendeu Regina. “Segundo eles, quem preencheu o atestado de óbito foi o plantonista. No dia seguinte, a comissão de controle de infecção hospitalar viu o erro do plantonista,” declarou.

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