Domingo, 01 de fevereiro de 2026

Em um ano, Rio Grande do Sul tem saldo positivo de 46,2 mil novos empregos com carteira assinada

No encerramento do ano passado, o Rio Grande do Sul contabilizou um saldo positivo de 46.277 novas ocupações com carteira assinada, resultado da diferença entre 1.620.066 admissões e 1.573.789 desligamentos. A estatística consta no mais recente boletim do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgado pelo governo federal.

O desempenho foi alavancado por quatro dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas avaliadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Em destaque aparece o setor de serviços (+33.468), seguido por comércio (7.030), indústria (5.050) e agropecuária (1.054). Apenas a Construção apresentou número negativo no indicador (-325).

Em sua maioria, as novas vagas no Estado foram ocupadas por mulheres, com um ingresso em 31.562 postos, enquanto os homens ocuparam 14.715 vagas. Pessoas com ensino médio completo foram as principais atendidas no critério por escolaridade, com 34.268 postos. Já na disposição etária, jovens de 18 a 24 anos formam o grupo com maior saldo gaúcho de vagas: 40.997.

O ranking por municípios tem no topo Porto Alegre (14.050). Na sequência figuram Pelotas (2.344), Canoas (2.191), Erechim (1.783) e Passo Fundo (1.606).

Cenário nacional

O Brasil encerrou 2025 com saldo positivo de 1.279.498 empregos com carteira assinada, resultado de 26,59 milhões de admissões e 25,32 milhões de desligamentos registrados entre janeiro e dezembro. O estoque de trabalhadores celetistas cresceu 2,71% ao longo do ano, passando de 47,19 milhões para 48,47 milhões de vínculos ativos.

Na distribuição por unidades federativas e regiões do País, foi observado desempenho positivo nos 26 Estados e Distrito Federal. Os maiores saldos absolutos ocorreram em São Paulo (311,2 mil, ou 2,17%), Rio de Janeiro (100,9 mil, ou 2,6%) e Bahia (94,3 mil, ou 4,41%). Já as maiores taxas de crescimento foram protagonizadas por Amapá (8,4%), Paraíba (6%) e Piauí (5,8%).

A região com maior número saldo de novas ocupações foi a Sudeste (quase +505 mil, um crescimento de 2,1%), tendo nas posições seguintes a Nordeste (347,9 mil, com alta de 4,38%), Sul (186,1 mil, o que representa uma expansão de 2,16%), Centro-Oeste (149,5 mil, um crescimento de 3,56%) e Norte (90,6 mil, ou +3,81%).

A região com maior número saldo de novas ocupações foi a Sudeste (quase +505 mil, um crescimento de 2,1%), tendo nas posições seguintes a Nordeste (347,9 mil, com alta de 4,38%), Sul (186,1 mil, o que representa uma expansão de 2,16%), Centro-Oeste (149,5 mil, um crescimento de 3,56%) e Norte (90,6 mil, ou +3,81%).

Os cinco grandes grupos de atividades econômicas apresentaram saldo positivo na geração de empregos formais, ficando o maior avanço com o setor de serviços (758,3 mil, ou 3,3%), seguido pelo Comércio (247 mil, ou 2,3%).

Dentro do setor de Serviços, os maiores avanços ocorreram nas atividades de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (318,4 mil, ou 3,1%) e administração pública, educação, saúde e serviços sociais (194.903, ou 3,1%).

A indústria também teve desempenho positivo (144,3 mil, ou 1,6%). Depois figuram a construção (87,8 mil, ou 3,1%) e a agropecuária (41,8 mil, ou 2,3%).

(Marcello Campos)

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