Sexta-feira, 06 de março de 2026
Por Redação do Jornal O Sul | 5 de março de 2026
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) passou por duas cirurgias na manhã dessa quinta-feira (5), em um hospital oftalmológico de Brasília. Pré-candidato à Presidência, Flávio precisou ficar internado por um período, mas já se encontra em sua casa e deve retomar a agenda nos próximos dias.
Segundo a assessoria do senador, as cirurgias tiveram como objetivo corrigir o grau de hipermetropia de Flávio. Os procedimentos foram realizadas pelos médicos Dr. Hiran (PP-RR), também senador, e pelo Takashi Hida.
“O senador passa bem, encontra-se em recuperação e deverá retomar suas atividades gradualmente nos próximos dias”, informou a equipe do pré-candidato ao Planalto.
Flávio se prepara para sua primeira campanha presidencial. A equipe do senador está concentrada no momento em articular as alianças para formar as chapas estaduais visando as eleições de outubro. O senador deve viajar para cumprir compromissos em outros Estados do Brasil nas próximas semanas.
Hipermetropia
A hipermetropia é um dos problemas de visão mais comuns e afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Trata-se de um erro de refração, ou seja, uma alteração na forma como a luz entra e é focalizada dentro do olho. Quem tem hipermetropia geralmente apresenta mais dificuldade para enxergar objetos próximos, enquanto a visão de longe tende a ser mais nítida – especialmente em pessoas mais jovens.
A visão ocorre quando a luz atravessa estruturas do olho, como a córnea e o cristalino, e forma uma imagem exatamente sobre a retina. Na hipermetropia, esse foco acontece atrás da retina, e não diretamente sobre ela. Isso faz com que a imagem próxima fique desfocada.
Esse problema pode afetar pessoas de qualquer idade, mas muitas vezes é identificado ainda na infância ou na adolescência.
A hipermetropia geralmente tem origem genética e está relacionada ao formato do olho. Entre as principais causas estão:
* Olho mais curto do que o normal, o que impede que a luz seja focalizada corretamente na retina.
* Curvatura menor da córnea, reduzindo a capacidade de convergir os raios de luz.
* Histórico familiar, já que o problema costuma ocorrer em pessoas da mesma família.
Em crianças, é relativamente comum existir um grau leve de hipermetropia. Muitas vezes, o próprio olho consegue compensar a alteração. Porém, quando o grau é mais elevado, podem surgir sintomas.
Nem sempre a hipermetropia provoca sintomas claros, principalmente em jovens. Quando aparecem, os sinais mais frequentes são:
* Dificuldade para enxergar de perto
* Cansaço ou ardência nos olhos após leitura
* Dor de cabeça
* Visão embaçada para atividades próximas, como ler ou usar o celular
* Necessidade de afastar livros ou telas para enxergar melhor
Em crianças, a hipermetropia não tratada pode até contribuir para problemas como estrabismo ou dificuldades de aprendizagem.
A hipermetropia tem tratamento e pode ser corrigida de diferentes maneiras, dependendo da idade do paciente, do grau do problema e do estilo de vida.
As opções mais comuns são: óculos, lentes de contato e cirurgia refrativa.