Quarta-feira, 11 de março de 2026

Fortuna de Elon Musk subiu cerca de 500 bilhões de dólares em um ano

A fortuna de Elon Musk subiu cerca de US$ 500 bilhões em um ano, segundo a lista de bilionários de 2026 da revista Forbes, divulgada na terça-feira (10). O bilionário lidera — com muita folga — o ranking dos mais ricos deste ano, com fortuna estimada em US$ 839 bilhões. No ano passado, tinha US$ 342 bilhões.

Elon Musk cofundou sete empresas, entre elas a Tesla, a SpaceX e a startup de inteligência artificial xAI. Segundo a Forbes, ele possui cerca de 12% da Tesla, que passou a apoiar em 2004 e dirige como CEO desde 2008, além de ter opções para adquirir mais 8% da companhia.

Em 2022, liderou a compra do Twitter por US$ 44 bilhões. Em 2025, integrou a plataforma à xAI, em um negócio que avaliou a empresa combinada em US$ 113 bilhões, líquido de dívidas.

Em fevereiro de 2026, a SpaceX adquiriu a xAI em um acordo que avaliou a empresa combinada em US$ 1,25 trilhão. Musk possui uma participação estimada de 43% na companhia.

Ele também fundou a startup de túneis The Boring Company e a empresa de implantes cerebrais Neuralink, que juntas levantaram cerca de US$ 2 bilhões de investidores privados, segundo a Forbes.

A lista reúne 3.428 empresários, investidores e herdeiros — um recorde e 400 nomes a mais do que em 2025, segundo a revista. Juntos, eles acumulam fortuna estimada em US$ 20,1 trilhões, também um valor recorde e US$ 4 trilhões acima do registrado no ano passado.

Os Estados Unidos concentram o maior número de bilionários, com 989, incluindo 15 dos 20 mais ricos do mundo. Em seguida aparece a China, incluindo Hong Kong, com 610. A Índia, com 229, ocupa o terceiro lugar. Para elaborar o ranking, a Forbes considerou os preços das ações e as taxas de câmbio de 1º de março de 2026.

A segunda e a terceira posições do ranking são ocupadas por Larry Page e Sergey Brin, cofundadores do Google, com patrimônios de US$ 257 bilhões e US$ 237 bilhões, respectivamente. Page cofundou o Google junto com o colega Brin. Juntos, criaram o algoritmo PageRank, que impulsiona o mecanismo de busca da empresa.

Page foi CEO do Google até 2001, quando Eric Schmidt assumiu o cargo, e retornou ao comando entre 2011 e 2015, quando se tornou CEO da nova empresa controladora, a Alphabet. Em 2019, ele deixou o cargo de CEO da Alphabet, mas continua como membro do conselho e acionista controlador, segundo a Reuters.

Já Brin emigrou da Rússia para os Estados Unidos aos 6 anos, após sua família enfrentar episódios de anti-semitismo. O Google abriu capital em 2004 e, em 2015, passou a ser negociado sob a nova empresa controladora, a Alphabet.

Brin deixou o cargo de presidente da Alphabet em 2019, mas permanece como membro do conselho e acionista controlador.

Ele já doou mais de US$ 2 bilhões para pesquisas sobre Parkinson e concentra suas doações em condições do sistema nervoso central e mudanças climáticas, segundo a Forbes.

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