Sábado, 22 de janeiro de 2022

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Impostos estaduais são responsáveis pelo aumento dos combustíveis”, diz Arthur Lira

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, disse ontem o que está cada vez mais evidente, em relação aos altos preços dos combustíveis para o consumidor: os Estados estão faturando muito, por conta do elevado percentual do ICMS, que no caso do Rio Grande do Sul, chega a 30%.

O presidente da Câmara, ao participar ontem em Teotônio Vilela (BA) do ato e entrega de moradias populares, foi enfático ao afirmar que “governadores precisam se sensibilizar para que o valor chegue menor para os consumidores.”

“Sabe o que é que faz o combustível ficar caro? São os impostos estaduais”, afirmou Arthur Lira.

Ele anunciou que o Congresso vai debater o projeto do Executivo que define o ICMS fixo sobre combustíveis para os estados.

Quem ganha a prévia do PSDB

O governador gaúcho tem grandes chances de sair vitorioso nas prévias do PSDB que serão realizadas em 21 de novembro para escolha do pré-candidato à presidência da República. O apoio do senador Tasso Jereissati, do Ceará, um grade articulador politico dentro do partido, vai ampliar as chances do governador gaúcho.

Doria e Leite possuem até agora, apoio de cinco diretórios estaduais, cada um.

Nesta quarta-feira, o governador gaúcho visitará Fernando Henrique Cardoso, que já antecipou seu apoio a Doria.

Tribunais viram puxadinhos da esquerda?

As frequentes decisões judiciais acolhendo postulações da esquerda que não foram obtidas dentro dos parlamentos, trouxeram a expressão de “puxadinho da esquerda” para alguns tribunais. Ontem, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, o mais votado do Brasil (1,800 milhão de votos) comentou
-Tudo aquilo que a esquerda perde no jogo democrático ela tenta reverter nos tribunais e em organismos multilaterais (ONU, OEA e até TPI). Esse ativismo judicial é tão grande que até o presidente do STF já reclamou do exagero.”

Até Haddad considera onda “Lula Já Ganhou” uma furada

O colunista Igor Gadelha, do portal Metrópoles, revela que nos bastidores, o ex-candidato à presidência da República Fernando Haddad, derrotado por Jair Bolsonaro em 2018, não descarta uma possível reeleição do capitão em 2022. Na avaliação de Haddad, a onda “Lula já ganhou”, criada por institutos de pesquisa de antecedentes duvidosos, muito arriscada.

Haddad fala com autoridade: uma semana antes da eleição de 2018, o Instituto Datafolha anunciava que “Bolsonaro perde de Haddad por 45% a 39% no 2º turno”.

O resultado que o Brasil viu: “Jair Bolsonaro. PSL ELEITO. 55,13%. 57.797.847 votos · Fernando Haddad. PT. 44,87%. 47.040.906 votos.”

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