Sexta-feira, 09 de janeiro de 2026
Por Redação do Jornal O Sul | 7 de janeiro de 2026
A Secretaria de Obras Públicas (SOP) do Rio Grande do Sul iniciou a reforma da sede do Comando de Policiamento da Capital (CPC), em Porto Alegre. Com investimento superior a R$ 700 mil, os trabalhos têm conclusão prevista para este semestre, em data ainda não especificada. O complexo foi inaugurado em 1974 na rua Baronesa do Gravataí nº 575, bairro Praia de Belas.
Na lista de obras estão melhorias e substituições de cobertura, calçada e pintura, devido a danos e desgastes ao longo do tempo. As novidades abrangem, ainda, a instalação de piso tátil para maior acessibilidade.
De configuração externa semelhante à de um quartel, o CPC planeja e realiza ações de policiamento ostensivo e preventivo, com foco na ordem e segurança pública, além da defesa do meio ambiente e segurança do trânsito urbano. Em suas dependências funcionam sete unidades operacionais:
– 1º Batalhão da Brigada Militar (Zona Sul).
– 9º Batalhão da Brigada Militar (Centro).
– 11º Batalhão da Brigada Militar (Zona Norte).
– 19º Batalhão da Brigada Militar (Zona Leste).
– 20º Batalhão da Brigada Militar (Extremo Norte).
– 21º Batalhão da Brigada Militar (Extremo Sul).
– Centro de Operações Policiais Militares (Copom).
– Serviço 190, número de emergência para atendimento à população.
Central de Inteligência
Em dezembro, o governo gaúcho iniciou a recuperação estrutural do prédio 1 da Agência Central de Inteligência do Quartel-General da BM, na Rua da Praia (Centro Histórico). A obra conta com investimento de R$ 1,3 milhão e tem sua realização dividida em quatro etapas – a última deve ser concluída no próximo semestre.
O setor atua na antecipação de riscos, identificando ameaças e possíveis crimes antes que sejam cometidos. Também reorganiza processos, atualiza protocolos, qualifica profissionais e implementa novas técnicas de coleta, análise e produção de informações.
São seis pavimentos: subsolo, três andares de uso geral, cobertura, casa de máquinas e cobertura da casa de máquinas. Há problemas estruturais como fissuras, infiltrações, armaduras expostas e corroídas, pinturas deterioradas, forro de gesso danificado pela umidade e trincas nas paredes.
Atualmente está em execução a primeira etapa. Integram o rol de serviços em andamento a demolição de forros de gesso, alvenarias, remoção de luminárias e esquadrias e remoção de entulhos, com posterior recuperação estrutural de vigas e pilares.
“Tais intervenções vão garantir novamente a estabilidade e a segurança estrutural do prédio, permitindo seu retorno como ponto administrativo importante para a Brigada Militar”, ressalta o governo do Estado.
(Marcello Campos)