Sexta-feira, 20 de março de 2026
Por Redação do Jornal O Sul | 20 de março de 2026
Conhecida por sua presença marcante na televisão, Maria Beltrão escolheu a cobertura do Oscar 2026, transmitido pela TV Globo, como palco de uma transformação pessoal. Ao surgir loira na premiação, a jornalista não apenas renovou o visual: celebrou um momento de maior liberdade, confiança e experimentação em sua vida. A reação do público e dos colegas foi imediata, Ana Maria Braga chegou a elogiar ao vivo: “Amamos, Beltrão”.
Mais do que uma mudança estética, o novo cabelo acompanha um período em que Maria se permite explorar diferentes versões de si mesma, sem se prender a padrões ou cobranças externas.
“É uma grande aceitação. Claro que eu quero oferecer a melhor versão possível de mim, mas tirei muitas cobranças. Eu aceito minha pele, minhas rugas, meus limites. Eu sei quem eu sou: Maria, uma mulher de 54 anos com marcas que são histórias que refletem essa experiência. Envelhecer é uma bênção, a vaidade precisa existir, mas com respeito ao que somos”, diz ao Globo.
Refletindo sobre essa fase da vida, Maria relaciona maturidade a uma relação mais leve com a própria imagem. “Quando a gente está mais confiante, é mais livre para ser quem quer ser. Sem pensar tanto no que esperam de você. A maturidade é ir ao encontro da sua essência. Fazer as perguntas fundamentais como: o que eu gosto? O que eu quero? E seguir as respostas com alinhamento à essência”, afirma.
Essa percepção também se estende à trajetória profissional. “Eu me sinto mais segura, mais tranquila, mais serena. No começo da carreira eu tinha muita ansiedade. Hoje eu olho para trás e penso: ‘Meu Deus, eu construí muita coisa’. A gente precisa reconhecer o próprio valor. Isso traz serenidade, tira um pouco daquela cobrança excessiva”, explica.