Terça-feira, 18 de janeiro de 2022

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Ministro da Economia defende que a Petrobras e o Banco do Brasil entrem “na fila” para serem privatizados

O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu nesta segunda-feira (27) que a Petrobras e o Banco do Brasil entrem “na fila” para serem privatizados nos próximos anos.

“Um plano para os próximos dez anos é continuar com as privatizações. Petrobras, Banco do Brasil, todo mundo entrando na fila, sendo vendido e sendo transformado em dividendos sociais”, declarou Guedes ao participar por videoconferência do evento “O Brasil Quer Mais”, organizado pela International Chamber of Commerce.

Ele tem defendido as privatizações para que o governo use os recursos em um fundo contra a miséria. Na campanha eleitoral de 2018, o presidente Jair Bolsonaro disse que “não gostaria” de ver a Petrobras privatizada. Na ocasião, ele declarou que a medida só seria feita “se não houver solução”.

Além disso, em 2019, o então presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, disse que Bolsonaro vetou a privatização da instituição financeira.

O ministro afirmou que o processo de privatizações não está acelerado no atual governo, mas destacou que, em dois anos e meio, foram privatizados o equivalente a R$ 240 bilhões.

Guedes lembrou ainda a intenção do governo de privatizar a Eletrobras e os Correios. “Quem dá o ‘timing’ é a política”, acrescentou.

O ministro da Economia também disse que gostaria, no futuro, de mudar o regime previdenciário para o sistema de capitalização, rejeitado pelo Congresso Nacional em 2019. Nesse regime, os benefícios são pagos de acordo com as contribuições feitas no passado pelos próprios trabalhadores.

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