Quinta-feira, 29 de fevereiro de 2024

No Brasil, quase 440 milhões de doses de vacina contra a covid já foram aplicadas

O Brasil chegou a 438.088.871 (89% das doses distribuídas para os Estados) de doses de vacinas aplicadas até esta quinta-feira (2). De acordo com dados do consórcio de veículos de imprensa, junto as secretarias estaduais de saúde e 83,07% da população vacinável (5 anos ou mais) – 166.261.712 brasileiros – já receberam duas doses de vacina ou “picada” única, enquanto 178.545.796 estão parcialmente imunizadas, totalizando 89,2% da população apta a receber a aplicação.

Além disso, 93.281.363 (51,92% da população vacinável) de pessoas elegíveis (adultos que já tomaram a segunda dose há quatro meses ou mais) já receberam o reforço.

No total, 12.597.367 doses foram aplicadas em crianças, que estão parcialmente imunizadas. Este número representa quase 61,45% da população nessa faixa de idade que tomou a primeira dose. Ainda nesta faixa, 7.159.957 estão totalmente imunizadas ao tomar a segunda dose de vacinas, o que corresponde a 34,93% da população deste grupo.

Casos e óbitos

O Brasil registrou nesta quinta 41.714 novos casos conhecidos de covid em 24 horas, completando 31.099.823 diagnósticos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 32.983, variação de +138% em relação a duas semanas atrás, indicando tendência de alta.

A média voltou a ficar acima da marca de 32 mil pela primeira vez desde 25 de março. Nesse meio tempo, a menor marca atingida foi de 12.413 casos diários, em 27 de abril. Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

O Brasil também registrou mais 130 mortes pela covid nas últimas 24 horas, totalizando 666.978 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel nos últimos 7 dias é de 104. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -5%, indicando tendência de estabilidade óbitos decorrentes da doença.

A média móvel de 7 dias faz uma média entre o número do dia e dos seis anteriores. Ela é comparada com média de duas semanas atrás para indicar se há tendência de alta, estabilidade ou queda dos casos ou das mortes. O cálculo é um recurso estatístico para conseguir enxergar a tendência dos dados abafando o ruído” causado pelos finais de semana, quando a notificação de mortes se reduz por escassez de funcionários em plantão.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

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