Domingo, 15 de fevereiro de 2026

Paolla Oliveira tira o salto e se joga no samba com foliões

No final do desfile do Cordão da Bola Preta, no Centro do Rio, neste sábado (14) de carnaval, a rainha do bloco, a atriz Paolla Oliveira, deixou o salto de lado e caiu na folia com o público que lotou a Rua Primeiro de Março.

A atriz, que chegou no local pouco antes das 9h, não escondeu a emoção durante toda a festa.

“Já chorei e tudo. Não aguento”, afirmou a rainha do bloco ao falar do carinho do público.

“Carnaval, para mim, fala de liberdade, fala de alegria, mas a gente só consegue estar assim se a gente tem segurança, se a gente tem respeito. Falo isso principalmente em relação às mulheres. Que a gente consiga estar como a gente quiser, como a gente desejar, feliz. Sabendo que cada uma de nós é que mandamos no nosso corpo e na nossa alegria. A liberdade dessa festa democrática é o que acho muito legal”, disse Paolla antes de subir no trio.

O desfile deste ano teve como tema “Bola Preta, DNA do Carnaval”, reforçando a tradição centenária do bloco no circuito dos megablocos cariocas. A Corte Real contou ainda com nomes como Leandra Leal, porta estandarte; Neguinho da Beija-Flor, padrinho; Maria Rita, madrinha; Emanuelle Araújo, musa da banda; João Roberto Kelly, embaixador; Tia Surica, embaixadora; e Selminha Sorriso, musa das musas.

O desfile contou com a presença das atrizes Leandra Leal (porta-estandarte) e Emanuelle Araujo (musa), além da rainha Paolla Oliveira, que é rainha do bloco. Fantasiada de colombina e esbanjando brilho e carisma, a artista usou uma fantasia preta cheia de pedrarias.

Animada com a multidão que já lotava as ruas às 8h, Paola destacou o caráter democrático do bloco, que há 107 anos arrasta foliões de diferentes origens.

— A criatividade delas para fazer essas roupas, para estarem aqui, a disponibilidade, eu acho que é o carnaval mais democrático de todos. E ele só é tradicional porque ele conseguiu trazer essas pessoas todos os anos, há 107 anos, então eu estou muito feliz.

A atriz reforçou que a força do Bola Preta está justamente na diversidade e na ocupação das ruas.

— Ele consegue reunir a democracia e ele só se tornou tradicional por isso. A democracia da rua, a democracia dessa criatividade maravilhosa que cada um tem. São 8 horas da manhã, a gente tá aqui, a rua tá cheia. Isso me traz uma energia, me deixa viva. Eu acho que é por isso que eu gosto tanto do carnaval e eu tenho certeza que é por isso que o carnaval tradicional do Bola Preta está vivo, que essas pessoas também sentem a mesma coisa que eu. Então, bora curtir com respeito, com liberdade, com segurança. Com informações dos portais Extra e G1.

 

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