Quinta-feira, 12 de março de 2026
Por Redação do Jornal O Sul | 11 de março de 2026
A pesquisa Quaest divulgada nessa quarta-feira (11) perguntou aos eleitores se eles concordam ou discordam de diferentes afirmações sobre características atribuídas ao presidente Lula (PT) e ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ambos apontados como pré-candidatos à Presidência da República.
Entre os atributos avaliados, os entrevistados foram questionados se consideram os dois políticos líderes fortes. No caso de Lula, 51% disseram concordar com a afirmação, enquanto 46% discordam. Outros 1% afirmaram não concordar nem discordar e 2% disseram não saber ou preferiram não responder.
Em relação a Flávio Bolsonaro, 42% concordam que ele é um líder forte. Já 49% discordam dessa caracterização. Outros 2% disseram não concordar nem discordar, e 7% afirmaram não saber ou não responderam.
O levantamento também mediu a percepção sobre se os políticos seriam radicais. No caso de Lula, 46% dos entrevistados concordam com a afirmação e outros 46% discordam, configurando um empate. Ainda segundo a pesquisa, 2% disseram não concordar nem discordar e 6% não souberam ou não responderam.
Entre os entrevistados que avaliaram Flávio, 45% concordam que o senador é radical, enquanto 44% discordam. Outros 2% afirmaram não concordar nem discordar e 9% disseram não saber ou não responderam.
Os entrevistados também foram questionados sobre a sensibilidade dos dois políticos. Em relação a Lula, 45% concordam que ele é sensível, enquanto 50% discordam dessa afirmação. Outros 2% disseram não concordar nem discordar e 3% não souberam ou não responderam.
No caso de Flávio, 32% concordam que ele possui essa característica. Já 59% discordam da afirmação. Outros 2% disseram não concordar nem discordar e 7% não souberam ou preferiram não responder.
A pesquisa ainda perguntou se os entrevistados consideram que os políticos têm princípios. Entre os que avaliaram Lula, 42% concordam com a afirmação, enquanto 53% discordam. Outros 2% disseram não concordar nem discordar e 3% não souberam ou não responderam.
Em relação a Flávio Bolsonaro, 41% concordam que ele tem princípios e 50% discordam. Outros 2% disseram não concordar nem discordar e 7% afirmaram não saber ou não responderam.
Sobre a percepção de que os políticos se preocupam com as pessoas, 42% disseram concordar com essa afirmação em relação a Lula, enquanto 53% discordam. Outros 2% disseram não concordar nem discordar e 3% não souberam ou não responderam.
No caso de Flávio, 31% concordam que ele se preocupa com as pessoas. Já 60% discordam dessa avaliação. Outros 2% disseram não concordar nem discordar e 7% afirmaram não saber ou não responderam.
Quando questionados sobre competência, 41% concordam que Lula é competente, enquanto 53% discordam. Outros 3% disseram não concordar nem discordar e 3% não souberam ou não responderam.
Entre os que avaliaram Flávio, 37% concordam que ele é competente, enquanto 52% discordam. Outros 3% disseram não concordar nem discordar e 8% não souberam ou não responderam.
A pesquisa também perguntou se os entrevistados consideram que os políticos são sinceros. Em relação a Lula, 27% concordam com essa afirmação, enquanto 67% discordam. Outros 2% disseram não concordar nem discordar e 4% não souberam ou não responderam.
No caso de Flávio Bolsonaro, 25% concordam que ele é sincero, enquanto 64% discordam. Outros 3% disseram não concordar nem discordar e 8% não souberam ou não responderam.
Por fim, o levantamento perguntou se os entrevistados consideram os políticos honestos. Entre os que avaliaram Lula, 23% concordam que ele possui esse atributo, enquanto 69% discordam. Outros 3% disseram não concordar nem discordar e 5% não souberam ou não responderam.
Em relação a Flávio, 26% afirmam concordar que ele é honesto, enquanto 62% discordam dessa avaliação. Outros 3% disseram não concordar nem discordar e 9% não souberam ou não responderam.
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 5 e 9 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. (Com informações do portal de notícias g1)