Quinta-feira, 12 de março de 2026
Por Redação do Jornal O Sul | 11 de março de 2026
Pesquisa Quaest divulgada nessa quarta-feira (11) mostra que 48% dos entrevistados consideram que a situação econômica piorou nos últimos 12 meses. Esse índice era de 43% em janeiro e fevereiro. Outros 24% afirmam que houve melhora, enquanto 26% avaliam que ficou do mesmo jeito (eram 30% na pesquisa anterior).
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 6 e 9 de março. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
— Veja os números
* Economia piorou: 48% (eram 43%, em fevereiro);
* Melhorou: 24% (eram 24%);
* Ficou do mesmo jeito: 26% (eram 30%);
* Não sabem/não responderam: 2% (eram 3%).
Entre os eleitores independentes, considerados cruciais para a disputa presidencial de outubro, 50% acham que a economia piorou.
Esse grupo equivale a 32% do eleitorado, segundo a Quaest, e é formado por pessoas que não se consideram nem de direita, nem de esquerda, nem bolsonaristas, nem lulistas.
Isenção do IR
O levantamento também perguntou se o eleitor foi beneficiado pela isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil.
— Veja os números
* Sim: 31%
* Não: 66%
* NS/NR: 33%
Não houve mudança significativa em relação à pesquisa anterior, de fevereiro de 2026, quando 30% responderam que foram beneficiados e 67%, não.
Expectativa
A pesquisa também perguntou qual é a expectativa dos entrevistados para a economia nos próximos 12 meses. E os números mostram uma visão menos otimista.
O índice dos que acham que vai melhorar era de 48% em janeiro, 43% em fevereiro e é de 41% agora.
O grupo dos que esperam uma piora da economia era de 28% em janeiro, passou para 29% em fevereiro e chegou a 34% agora.
— Veja números
* Vai melhorar: 41% (eram 43%, em fevereiro);
* Vai piorar: 34% (eram 29%);
* Vai ficar do mesmo jeito: 21% (eram 24%);
* Não sabem/não responderam: 4% (eram 4%).
Alimentos
A pesquisa também perguntou sobre a percepção em relação ao preço dos alimentos nos mercados. 58% dizem que o preço subiu, 24% que ficou igual e 16% que caiu.
— Veja números
* Subiu: 58% (eram 56%, em fevereiro);
* Ficou igual: 24% (eram 24%);
* Caiu: 16% (eram 18%).
* Não sabem/não responderam: 2% (era 2%)
Poder de compra
Sobre poder de compra, 64% dizem que conseguem comprar menos do que um ano atrás, 14% afirmam que conseguem comprar mais e 21% consideram que não há diferença.
— Veja números:
* Menos: 64% (eram 61%, em fevereiro);
* Mais: 14% (eram 15%);
* O mesmo tanto: 21% (eram 23%);
* Não sabem/não responderam: 1% (eram 1%)
Mercado de trabalho
A pesquisa também perguntou sobre a percepção em relação ao mercado de trabalho: 50% dizem que está mais difícil conseguir emprego hoje, e 40% consideram que está mais fácil.
— Veja números
* Mais difícil: 50% (eram 49%, em fevereiro);
* Mais fácil: 40% (eram 39%);
* Igual: 4% (eram 5%);
* Não sabem/não responderam: 6% (eram 7%). (Com informações do portal de notícias g1)