Terça-feira, 18 de agosto de 2026
Por Redação do Jornal O Sul | 17 de agosto de 2026
A mais recente pesquisa Quaest mostra em quais segmentos do eleitorado a disputa entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) está mais equilibrada no cenário de segundo turno.
Entre os eleitores de 16 a 34 anos, os dois aparecem com 41%. Também há empate numérico entre os eleitores de 35 a 59 anos, com 42% para cada candidato.
Nas regiões Centro-Oeste e Norte, Lula registra 42%, contra 41% de Flávio Bolsonaro. Entre os homens, Flávio aparece com 45%, enquanto Lula tem 41%. Já no grupo com renda entre dois e cinco salários mínimos, Flávio tem 43%, contra 38% de Lula.
Na simulação de segundo turno, Lula aparece com 43% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 40%. A diferença de três pontos percentuais está dentro da margem de erro da pesquisa.
Entre os segmentos em que Lula apresenta maior vantagem estão o Nordeste, onde registra 61%, contra 26% de Flávio, uma diferença de 35 pontos; os eleitores com renda de até dois salários mínimos, com 58% a 27%; os eleitores pretos, com 52% a 30%; aqueles com ensino fundamental, com 52% a 31%; e os católicos, com 50% a 36%.
Flávio Bolsonaro apresenta maiores percentuais no Sul, com 54%, contra 27% de Lula; entre os evangélicos, com 53% a 28%; entre eleitores com renda superior a cinco salários mínimos, com 48% a 34%; entre aqueles com ensino superior, com 47% a 36%; e no grupo com ensino médio, com 45% a 36%.
Entre os eleitores que se declaram independentes, Flávio tem 35%, contra 29% de Lula. Outros 9% estão indecisos, enquanto 27% afirmam que, entre os dois candidatos, preferem votar em branco, anular ou não votar. A margem de erro nesse segmento é de quatro pontos percentuais.
Esse grupo representa cerca de um terço do eleitorado. Em julho, Lula registrava 40% entre os eleitores independentes, enquanto Flávio Bolsonaro tinha 27%.
No eleitorado feminino, Lula aparece com 44%, contra 35% de Flávio. A diferença entre os dois caiu de 12 para nove pontos percentuais desde a pesquisa anterior, divulgada em 5 de agosto. Nesse segmento, a margem de erro é de três pontos percentuais.