Terça-feira, 25 de junho de 2024

“Renaissance: a film by Beyoncé”: saiba em 10 pontos como é o filme que trouxe a artista pop ao Brasil

Ela está entre nós. Desde quinta-feira (21), o documentário musical “Renaissance: a film by Beyoncé” está em cartaz no Brasil. O longa de 2h48m traz os bastidores e os melhores momentos da turnê “Renaissance”, que rodou a América do Norte e a Europa entre maio e outubro deste ano.

O Brasil ficou fora desta vez. O único lampejo que os “BeHives” — fãs de Beyoncé — viram por aqui foi uma aparição dela de cerca de dez minutos na festa fechada para o lançamento do filme, na última quinta (21), em Salvador (BA).

Veja em 10 pontos como é o filme:

  • Nas escadas, não

Funcionários de algumas salas de cinema do Rio estão pedindo encarecidamente para que os espectadores “não dancem nas escadas das salas dos cinemas porque é perigoso”. Depois de minutos de exibição, percebe-se o motivo: é difícil ficar parado com as 35 músicas carregadas nos graves do batidão que nós, brasileiros, conhecemos tão bem.

  • Reverências

“Perdi um ídolo durante esta turnê”, diz Beyoncé referindo-se a Tina Turner, morta em maio. O doc mostra cenas de ensaio de “River deep, mountain high”, que Beyoncé canta em homenagem à veterana. Em outro momento, ela recebe Diana Ross, a quem agradece por ter “preparado o terreno para tantas outras cantoras negras”.

  • Vogue

O “Queens remix” da faixa “Break my soul”, com Madonna e Beyoncé, é um dos pontos altos do show. É quando a cultura “ballroom” toma de assalto o espetáculo. No filme, personagens fundamentais das boates underground de “voguing” ganham visibilidade pop, como os experientes Kevin Aviance e Kevin JZ Prodigy, até os mais jovens, como Honey Balenciaga, de 22 anos.

  • Pobre popstar

Beyoncé faz o lamento costumeiro de celebridades em documentários. Diz que é tudo muito difícil, que “as pessoas não fazem ideia de como ela é de verdade”, entre outros clichês. Não precisava.

  • Leque

Leve o seu. Quando Beyoncé pergunta da telona “trouxeram seus leques?”, a plateia responde com um sonoro “vrau”. E é a popstar quem comanda o ritmo do som do abre-e-fecha do acessório, ícone de glamour nas pistas desde os anos 70.

  • Uncle Johnny

Um dos momentos mais emocionantes do documentário é quando Tina Bowles, mãe de Beyoncé, fala do sobrinho que cresceu como irmão, Johnny Knowles. “Não posso imaginar como foi para ele crescer como homem preto e gay no sul (dos EUA)”, diz. Johnny costurou os primeiríssimos vestidos do grupo Destiny’s Child, mas morreu quando Beyoncé tinha 17 anos, bem no começo da carreira.

  • Nepobaby

Aos 11 anos, a filha de Beyoncé, Blue Ivy, faz uma participação no show da mãe.

  • Bastidores

Logo no começo do filme, Beyoncé “explica” ao grande público o que é necessário para construir um show daquele patamar. E revela que as mulheres eram a maioria nos bastidores da megaprodução.

  • Figurino

Beyoncé e todo seu elenco de bailarinos mudam de roupa a cada show. Uma das vantagens do filme é poder conferir boa parte dos looks espetaculares que a diva usa no palco.

  • A maior diversão

Na última cena, Beyoncé diz que se sente “libertada” com esta turnê. “Nesta altura da minha carreira, não tenho mais nada para provar para ninguém. Eu quero é me divertir”, afirma. Aparentemente, a missão foi concluída com sucesso.

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“Renaissance: a film by Beyoncé”: saiba em 10 pontos como é o filme que trouxe a artista pop ao Brasil

Ela está entre nós. Desde quinta-feira (21), o documentário musical “Renaissance: a film by Beyoncé” está em cartaz no Brasil. O longa de 2h48m traz os bastidores e os melhores momentos da turnê “Renaissance”, que rodou a América do Norte e a Europa entre maio e outubro deste ano.

O Brasil ficou fora desta vez. O único lampejo que os “BeHives” — fãs de Beyoncé — viram por aqui foi uma aparição dela de cerca de dez minutos na festa fechada para o lançamento do filme, na última quinta (21), em Salvador (BA).

Veja em 10 pontos como é o filme:

  • Nas escadas, não

Funcionários de algumas salas de cinema do Rio estão pedindo encarecidamente para que os espectadores “não dancem nas escadas das salas dos cinemas porque é perigoso”. Depois de minutos de exibição, percebe-se o motivo: é difícil ficar parado com as 35 músicas carregadas nos graves do batidão que nós, brasileiros, conhecemos tão bem.

  • Reverências

“Perdi um ídolo durante esta turnê”, diz Beyoncé referindo-se a Tina Turner, morta em maio. O doc mostra cenas de ensaio de “River deep, mountain high”, que Beyoncé canta em homenagem à veterana. Em outro momento, ela recebe Diana Ross, a quem agradece por ter “preparado o terreno para tantas outras cantoras negras”.

  • Vogue

O “Queens remix” da faixa “Break my soul”, com Madonna e Beyoncé, é um dos pontos altos do show. É quando a cultura “ballroom” toma de assalto o espetáculo. No filme, personagens fundamentais das boates underground de “voguing” ganham visibilidade pop, como os experientes Kevin Aviance e Kevin JZ Prodigy, até os mais jovens, como Honey Balenciaga, de 22 anos.

  • Pobre popstar

Beyoncé faz o lamento costumeiro de celebridades em documentários. Diz que é tudo muito difícil, que “as pessoas não fazem ideia de como ela é de verdade”, entre outros clichês. Não precisava.

  • Leque

Leve o seu. Quando Beyoncé pergunta da telona “trouxeram seus leques?”, a plateia responde com um sonoro “vrau”. E é a popstar quem comanda o ritmo do som do abre-e-fecha do acessório, ícone de glamour nas pistas desde os anos 70.

  • Uncle Johnny

Um dos momentos mais emocionantes do documentário é quando Tina Bowles, mãe de Beyoncé, fala do sobrinho que cresceu como irmão, Johnny Knowles. “Não posso imaginar como foi para ele crescer como homem preto e gay no sul (dos EUA)”, diz. Johnny costurou os primeiríssimos vestidos do grupo Destiny’s Child, mas morreu quando Beyoncé tinha 17 anos, bem no começo da carreira.

  • Nepobaby

Aos 11 anos, a filha de Beyoncé, Blue Ivy, faz uma participação no show da mãe.

  • Bastidores

Logo no começo do filme, Beyoncé “explica” ao grande público o que é necessário para construir um show daquele patamar. E revela que as mulheres eram a maioria nos bastidores da megaprodução.

  • Figurino

Beyoncé e todo seu elenco de bailarinos mudam de roupa a cada show. Uma das vantagens do filme é poder conferir boa parte dos looks espetaculares que a diva usa no palco.

  • A maior diversão

Na última cena, Beyoncé diz que se sente “libertada” com esta turnê. “Nesta altura da minha carreira, não tenho mais nada para provar para ninguém. Eu quero é me divertir”, afirma. Aparentemente, a missão foi concluída com sucesso.

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