Sábado, 11 de abril de 2026

Ronaldo Caiado diz que escolha de vice exige cautela e mira chapa mais competitiva

O pré-candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) afirmou neste sábado (11) que a definição do nome do vice para sua chapa “exige maior cautela”. Ele indicou que a escolha tende a ser tomada em uma fase mais avançada da campanha e a composição deve mirar uma chapa mais competitiva.

“É uma decisão muito importante para saber o quanto nós vamos aglutinar, qual a região e qual é o segmento, talvez, ali mais importante no momento de uma composição de uma chapa majoritária. Então, é um processo que a campanha da presidência da República exige maior cautela e ao mesmo tempo também a melhor avaliação.
O importante agora é nós irmos para o debate”, disse a jornalistas em evento em Luziânia (GO).

Segundo Caiado, a possível composição tem sido debatida internamente no partido a partir de pesquisas qualitativas. “É um período em que nós estamos ainda analisando os palanques estaduais.
É um processo que ele não é um fato emergencial. É muito comum a gente avançar nessa decisão já numa fase bem avançada da campanha”, declarou.

O ex-governador de Goiás também mencionou que demais pré-candidatos ao Planalto ainda não escolheram seus vices. Caiado lançou oficialmente sua pré-candidatura em 4 de abril, mas já havia sido anunciado no fim de março pelo PSD para a disputa presidencial.

“É uma determinação que até as candidaturas que antecedem a minha ainda não decidiram. Então, não é uma resposta de pronto. A minha campanha tem exatamente dez dias hoje que eu estou como pré-candidato”, disse Caiado.

Na sexta-feira (10), o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez elogios à senadora Tereza Cristina (PP-MT) e a citou como cotada, mas reafirmou não ter definido ainda quem será o segundo nome na sua chapa.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, já anunciou que repetirá a configuração de 2022, com Geraldo Alckmin (PSB) como vice. No evento neste sábado, Caiado voltou a defender o fim da polarização e o reforço na área da segurança pública no país.

“Se nós chegarmos à Presidência da República, nós saberemos aí realmente acabar com essa polarização, fazer o Brasil realmente discutir temas relevantes: educação, saúde, segurança pública. Acabar com essa bandidagem que hoje incomoda a vida dos brasileiros, não dos goianos, mas, sim, do restante do Brasil”, afirmou.

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