Terça-feira, 21 de maio de 2024

Se Mark Zuckerberg morrer ou ficar indisponível, nosso negócio está em risco, diz Meta em relatório

As atividades físicas do empresário Mark Zuckerberg, que incluem treinos regulares de jiu-jitsu, podem colocar em risco a vida do fundador do Facebook e presidente executivo da Meta, também dona do Instagram e WhatsApp. Se isso eventualmente ocorrer, o negócio da companhia pode sofrer “um impacto adverso significativo” nas operações, declarou a própria Meta em documento protocolado junto às autoridades regulatórias dos Estados Unidos na semana passada.

“O senhor Zuckerberg e alguns outros membros da gerência participam de várias atividades de alto risco, como esportes de combate, esportes radicais e aviação recreativa, que trazem o risco de lesões graves e morte. Se Zuckerberg ficar indisponível por qualquer motivo, poderá haver um impacto adverso significativo em nossas operações”, declarou a empresa no relatório conhecido como 10-K, onde empresas de capital aberto dos EUA têm de prestar satisfação em um extensivo documento sobre suas atividades.

A Meta, portanto, sinaliza que seu negócio ainda é extremamente dependende dos “chefões” da companhia, como o próprio Mark Zuckerberg. “A perda de uma ou mais pessoas-chave da empresa, ou a falha em atrair e reter pessoas qualificadas no futuro, podem danificar nosso negócio”, escreveu a firma.

Mark Zuckerberg, 39 de anos, é o fundador da empresa, antes chamada de Facebook até uma mudança de nome para ressignificar o foco no metaverso. O empresário é conhecido por ser um amante das artes marciais, que estão entre seus hobbies favoritos. No ano passado, o CEO brincava que iria participar de uma luta contra o bilionário Elon Musk, dono da Tesla, Space X e X (ex-Twitter).

Recentemente, Zuckerberg anunciou outro hobby: criação de gado. A raça criada pelo empresário é do tipo wagyu, conhecida pela carne mais cara do mundo – o quilo da peça bovina pode ultrapassar R$ 1 mil, a depender do corte escolhido. Os bois são alimentados com cerveja e farinha de macadâmia no rancho do empresário em Kauai, no Havaí (EUA).

Também no Havaí, o bilionário constrói uma mansão que promete ser autossuficiente em energia e alimentos, com 30 banheiros, portas antiexplosão e um bunker. O empreendimento tem tamanho de 5,6 km² (equivalente a 30 Maracanãs) e preço de US$ 270 milhões. O objetivo é levantar 12 torres nos próximos anos, mas mais detalhes não foram revelados – os arquitetos envolvidos com o projeto não podem falar nada a respeito, diz a revista Wired.

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