Terça-feira, 07 de abril de 2026
Por Redação do Jornal O Sul | 6 de abril de 2026
A rotina de viagens de Anitta parece não seguir sempre um roteiro de pompa e luxo que muitos imaginam. Foi o que se viu agora, por exemplo, com o irmão da cantora, Renan Machado, que, ao ter o passaporte furtado, ficou “preso” no aeroporto da França sem poder se deslocar de volta para o Brasil. Fato é que ao longo dos anos, a artista já passou por uma série de situações de sufoco – e, em alguns casos, bastante complicadas – em aeroportos e viagens em geral.
No caso, Renan teve a jaqueta levada após passar pelo raio-x durante uma conexão no aeroporto de Paris. Dentro dela, estava o passaporte. Sem o documento, acabou impedido de seguir viagem ou deixar a área de segurança, o que gerou um impasse com as autoridades locais e mobilizou a cantora, que recorreu às redes sociais para relatar a situação e pedir ajuda.
O episódio se soma a outros eventos. Em um deles, durante um voo em 2019, Anitta precisou lidar com o próprio cachorro, Plínio, que se recusou a fazer cocô durante toda a viagem e só decidiu agir no desembarque, em meio ao fluxo de passageiros. No momento em que ela tentava resolver o problema, o animal ainda fez xixi em sua mala, aumentando o constrangimento.
“Passei o voo inteiro levando o cachorro no banheiro para fazer xixi, para fazer cocô e o cachorro não quis. Chegou ao aeroporto, todo mundo saindo do voo, o cachorro decidiu fazer cocô ali, no meio das pessoas passando. E enquanto eu corri para catar o cocô desesperada pra ninguém pisar, o que o cachorro fez? Fez xixi na minha mala!”, disse ela.
Já em outra ocasião, a cantora passou por uma das maiores complicações que já viveu em viagens de férias, como ela mesma costuma dizer. Diante de problemas num voo para os Estados Unidos, a companhia aérea refez a rota prevista, o que obrigou todos os passageiros a esperarem por mais de 16 horas dentro de um avião, num aeroporto, sem poder sair. A artista relatou, na ocasião, que, diante da precariedade no local, precisou inventar um jeito de driblar a falta de papel higiênico na aeronave. “Eu peguei um pano do assento, que fica lá com o nome da companhia, fiz cocô e me limpei com aquilo. Foi enlouquecedor”, contou, à época.
Problemas com bagagem também entram na lista. Em uma viagem à Grécia, em 2024, Anitta teve a mala extraviada e precisou recorrer a roupas emprestadas para cumprir compromissos.