Terça-feira, 07 de dezembro de 2021

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Apple venderá peças para que os clientes façam seus próprios reparos

A Apple anunciou nesta quarta-feira (17) que vai começar a vender peças de reposição e ferramentas para o público em geral fazer seus próprios reparos em alguns iPhones e computadores Mac.

O programa de reparo self-service surge após anos de pressão de grupos de consumidores que resultaram no fornecimento de maior acesso da Apple a manuais de reparo e peças originais.

Em 2019, a Apple iniciou um programa em que oficinas de reparo independentes podem comprar suas peças, ferramentas e manuais. A Apple disse que agora existem 2.800 lojas independentes em seu programa, além de seus 5.000 fornecedores de reparos autorizados diretamente.

“A criação de maior acesso às peças genuínas da Apple dá aos nossos clientes ainda mais escolha se um reparo for necessário”, escreveu Jeff Williams, diretor de operações da Apple, em comunicado.

No programa de autoatendimento, os clientes da Apple poderão comprar essas peças diretamente para realizar seus próprios reparos, após ler um manual. A Apple disse que a loja online começará com cerca de 200 peças e ferramentas destinadas a corrigir os problemas mais comuns com monitores, baterias e câmeras nos modelos 12 e 13 do iPhone.

O programa eventualmente se estenderá a computadores Mac que usam o chip M1 da Apple e, posteriormente, a reparos menos comuns. Os clientes terão os mesmos preços de peças e ferramentas que as oficinas de reparo independentes e poderão devolver suas peças usadas à Apple após concluir o reparo e, assim, receber um desconto.

A Apple disse que o programa começará no início de 2022 nos Estados Unidos e se expandirá para mais países no final do ano.

Óculos antifofoca

Uma nova patente registrada pela Apple nos Estados Unidos indica que o iPhone poderá precisar de óculos especiais para funcionar no futuro. De acordo com o projeto, a função do dispositivo seria fornecer privacidade para o usuário utilizar o celular em público, sem que outros indivíduos pudessem enxergar o que aparece na tela.

Conhecido como “óculos de privacidade”, o projeto do acessório foi registrado como um dispositivo para “saídas gráficas com visão corrigida e saídas gráficas padrão em um dispositivo eletrônico”. Na prática, o usuário seria capaz de desfocar o que está aparecendo na tela do iPhone para que se torne ilegível aos olhos de quem está próximo.

Na patente registrada, o iPhone detectaria automaticamente os óculos especiais no rosto do usuário. E isso aconteceria por meio de um sistema capaz de identificar também detalhes como barba e bigode, além de diferenciar se o indivíduo estaria usando óculos de leitura ou de sol, por exemplo. O objetivo seria tornar mais eficiente o Face ID para desbloquear a tela do dispositivo.

Vale ressaltar, entretanto, que ter uma patente registrada não significa que esta tecnologia esteja próxima de ser lançada, pois pode demorar anos para que o produto chegue às mãos do consumidor final. Muitas vezes, inclusive, uma empresa apenas faz o registro para que nenhuma outra companhia rival possa lançar algo similar.

Utilizar óculos como acessório tecnológico não seria novidade. O primeiro dispositivo neste formato a ganhar repercussão foi o Google Glass, que causou furor na ocasião do lançamento, em 2012, mas não obteve sucesso nas vendas. Mais recentemente o Facebook – que recentemente passou a se chamar Meta – anunciou um equipamento em parceria com a Ray Ban, que, dentre outras funções, é capaz de gravar Stories para compartilhar nas redes sociais.

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