Terça-feira, 05 de maio de 2026
Por Redação do Jornal O Sul | 2 de novembro de 2021
Durante entrevista a uma jornalista italiana, o presidente Jair Bolsonaro afirmou, na última segunda-feira (1°), que “o povo brasileiro o ama”. O chefe do Executivo usou como base para sua declaração os apoiadores que o acompanham em motociatas pelo País e anunciou que fará novo passeio no Paraná no final de semana.
“O povo me ama. Viu meus passeios de moto pelo Brasil? Quantos passeios de moto? Centenas de milhares de motociclista me acompanham. Assim como sábado estarei no Paraná dando mais um passeio de moto. O povo acompanha a gente”, alegou.
Bolsonaro também foi questionado sobre a CPI da Covid e rebateu dizendo que o intuito era “político”, afim de desgastar o governo.
“Me acusando de ter matado índios, matado pessoas, falsificado documentos. Não participei de compra de nada, me acusaram de tentativa de suborno. Viraram minha vida toda, não acharam nada. O grande problema deles é que nós governamos com honestidade. Quem diria, o Brasil esta há três anos sem corrupção. Me acusam de tudo, não provam nada.”
O presidente ainda fez defesa ao inexistente tratamento precoce, que não possui eficácia científica comprovada. “Eu tomei hidroxicloroquina. Milhões de pessoas tomaram, quem tomou não teve problema nenhum, mas hidroxicloroquina e ivermectina foram politizadas de modo que começaram a perseguir médicos que receitavam esse medicamento. A verdade: ele cura, curou a mim”, falou.
Por fim, disse que o Brasil passa por um “problema grave” de inflação, mas atribuiu a governadores: “É consequência do ‘fique em casa’, ‘a economia a gente vê depois’”.
Homenagem
Enquanto líderes mundiais se reúnem na COP26 (Conferência do Clima da ONU), que é realizada na Escócia, o presidente Jair Bolsonaro passou mais um dia na Itália — e já está voltando ao Brasil.
O presidente participou, na cidade de Pistoia, de uma cerimônia em memória aos soldados brasileiros que lutaram e morreram na Segunda Guerra Mundial.
Bolsonaro foi recebido pelo líder da extrema-direita italiana, Matteo Salvini, que também foi à homenagem.
Um pequeno grupo de apoiadores do presidente foi até o local. Também houve protestos contra Bolsonaro na cidade.
Depois da homenagem aos pracinhas, o presidente embarcou de volta para o Brasil.