Quinta-feira, 02 de dezembro de 2021

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Com equipe no Centro Histórico, Porto Alegre mantém neste domingo a vacinação contra covid

Em mais um dia de ofensiva contra a pandemia, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Porto Alegre mantém neste domingo (24) a vacinação contra covid. A equipe permanecerá das 9h às 13h em apenas um endereço: a Escola Municipal de Ensino Fundamental Porto Alegre (EPA), na rua Washington Luiz nº 203 (Centro Histórico).

Para procedimentos de primeira dose (ou aplicação única, no caso da vacina da Janssen), deve ser apresentada identidade com CPF. Não é mais necessário o comprovante de residência, bastando uma autodeclaração simples com nome e o endereço.

Já na segunda injeção é obrigatório o cartão de controle fornecido pelo agente de saúde na primeira etapa. Pode se dirigir aos locais indicados quem recebeu Coronavac há pelo menos 28 dias ou Pfizer dez semanas atrás. No caso do imunizante de Oxford, o intervalo é de oito semanas entre as duas picadas.

Para o reforço, idosos (a partir de 60 anos) precisam levar mesma documentação exigida na segunda dose, desde que o cartão de controle mostre que essa tenha sido ministrada há seis meses ou mais. Imunossuprimidos, por sua vez, devem comprovar a condição por meio de atestado ou receita médica, além do registro de segunda dose (ou única) há pelo menos 28 dias.

Aceleração

Segundo a prefeitura, a estratégia de intensificar a vacinação em regiões com menor índice de imunizados entre os segmentos populacionais aptos ao procedimento (a partir dos 12 anos) tem proporcionado resultados positivo.

Um estudo capitaneado pelo vice-prefeito Ricardo Gomes, economistas da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo (SMDTur) promoveu o cruzamento de dados sanitários da capital gaúcha com os do Cadastro Único para a seleção das regiões a serem priorizadas.

Foi o que aconteceu no último sábado (16), quando linhas de ônibus com passe-livre contemplaram determinadas áreas da cidade. Com isso, foi possível acelerar a aplicação de doses por meio da superação de um problema econômico: a existência de pessoas que não buscam a vacina por dificuldade financeira.

“A pesquisa foi extremamente relevante para identificarmos os não imunizados e, a partir de então, montarmos uma estratégia para fazer com que eles cheguem à vacina”, ressaltou Ricardo Gomes.

O titular da SMS, Mauro Sparta, ressalta que a ideia é montar novas estratégias com essas informações, a fim de prosseguir na busca ativa de quem pretende se vacinar mas que ainda não o fez por razão alheia à sua vontade.

“Enquanto não tivermos 100% da população vacinada, iremos atrás de alternativas para facilitar o acesso dessas pessoas à imunização”, frisou.

(Marcello Campos)

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