Sexta-feira, 05 de junho de 2026
Por Redação do Jornal O Sul | 4 de junho de 2026

A proximidade da Copa do Mundo de 2026 leva empresas a definir estratégias para conciliar os jogos da Seleção Brasileira com a rotina de trabalho. Como as partidas não são consideradas feriados nacionais, a legislação não obriga a liberação dos funcionários, deixando a decisão a cargo de cada empregador.
Entre as alternativas mais adotadas estão flexibilização de horários, banco de horas, compensação de jornada, home office e até espaços internos para transmissão das partidas. Especialistas alertam que a ausência de regras claras pode gerar dúvidas sobre jornada, impactar a produtividade e ampliar o risco de conflitos trabalhistas.
“A empresa possui autonomia para decidir se manterá o expediente normal, se haverá compensação de horas ou mesmo a liberação dos funcionários. O importante é que exista organização interna e alinhamento transparente com as equipes”, afirma Janaína Cardia Teixeira, especialista em Direito do Trabalho.
Com jogos previstos em diferentes horários ao longo do torneio, empresas e áreas de recursos humanos são pressionadas a equilibrar engajamento dos funcionários, desempenho operacional e segurança jurídica durante o Mundial.