Quinta-feira, 09 de dezembro de 2021

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Enoturismo é alternativa para viagem longe de aglomerações

Aos poucos os brasileiros estão retomando os planos de viagem à medida que a vacinação contra covid-19 avança no Brasil e em outros países. A pandemia, por sua vez, ainda não acabou. Nesse sentido, roteiros de viagens que permitem passeios ao ar livre, como o enoturismo, estão despertando atenção e ajudando na retomada do segmento.

Uma pesquisa da plataforma MaxMilhas, realizada no primeiro semestre de 2021 em parceria com o instituto Opinion Box, mostra que cinco em cada dez brasileiros entrevistados darão preferência a destinos turísticos mais isolados e sem aglomerações no período pós-pandemia.

Diante dessa tendência, o turismo vinculado à cultura, tradição e apreciação de vinhos (o conhecido enoturismo) surge como uma opção ideal para os viajantes durante o período atual.

Passeio responsável

Segundo a Uvibra (União Brasileira de Vitivinicultura), antes da pandemia, o número de “enoturistas” vinha crescendo de 10% a 15% ao ano no Brasil. Os dados apontam que, só em 2019, por exemplo, 1,5 milhão de turistas passaram por Bento Gonçalves, município do Rio Grande do Sul que é conhecido por ser uma tradicional região produtora de vinho.

Além das características favoráveis do enoturismo para passeios responsáveis, existe um outro fator que contribui para o crescimento da atividade no país. De acordo com dados da Organização da Vinha e do Vinho (OIV), houve um aumento de 18% no consumo da bebida em 2020 no Brasil.

Dessa forma, a tendência é que surjam novos enoturistas para movimentar a atividade durante a retomada das atividades econômicas.

O enoturismo é uma viagem diferente, na qual o principal objetivo é visitar as regiões que se dedicam à produção do vinho. Nelas, é possível conhecer o cultivo, a prensagem, a fermentação, o amadurecimento e o envase dos mais diversos tipos de vinhos e espumantes, além de degustar e adquirir rótulos.

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