Sexta-feira, 19 de julho de 2024

Etapa de testes do Drex, o Real Digital, é adiada para maio de 2024

A primeira fase do Drex, moeda digital que equivalerá ao real, foi adiada para maio do ano que vem, devido a demora na inclusão de participantes e questões relacionadas à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). As informações foram divulgadas nesta segunda-feira (21) pelo coordenador da iniciativa no Banco Central (BC), Fabio Araujo.

Esse adiamento representa um atraso de três meses em relação ao cronograma original, que previa o fim da etapa de testes em fevereiro de 2024. Conforme o cronograma original, a última etapa da fase de testes, que previa negociações simuladas com títulos públicos, ocorreria em fevereiro. Com o adiamento, passará para maio.

“A gente está tendo alguns problemas, está executando o cronograma de uma forma um pouco mais lenta do que a gente tinha planejado para colocar as pessoas para dentro da rede do Drex”, disse Araujo na live semanal do BC no Youtube.

Segundo o coordenador, a preservação da privacidade tem se revelado um “desafio grande” para o desenvolvimento da solução tecnológica.

Apesar da demora na fase de testes, ele manteve a estimativa de que o Drex chegará aos brasileiros no fim de 2024 ou início de 2025.

Segundo o BC, cada letra do real digital equivale a uma característica da ferramenta.

O “D” representar a palavra digital; o “R” representa o real; o “E” representa a palavra eletrônica; e o “X” passa a ideia de modernidade e de conexão, além de repetir a última letra do Pix, sistema de transferência instantânea criado em 2020.

Drex

O Drex será a moeda brasileira (R$) em sua versão digital. O dinheiro físico já é reapresentado com saldos em conta-corrente, por exemplo. Entretanto, um diferencial prático com o Drex será a redução de custos e etapas nas transações entre consumidor e empresa, por exemplo.

O Banco Central irá oferecer a infraestrutura necessária para que os registros de operações de compras ou vendas, como as de imóveis ou veículos, por meio do Real Digital. Assim, será realizado de maneira automática, diminuindo a necessidade de intermediários.

Nesses casos não haveria a discussão sobre a necessidade de o consumidor depositar o dinheiro antes de adquirir o bem ou de o vendedor transferir os documentos do bem antes de receber o montante. Todo o processo passará a ser feito instantaneamente.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Etapa de testes do Drex, o Real Digital, é adiada para maio de 2024

A primeira fase do Drex, moeda digital que equivalerá ao real, foi adiada para maio do ano que vem, devido a demora na inclusão de participantes e questões relacionadas à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). As informações foram divulgadas nesta segunda-feira (21) pelo coordenador da iniciativa no Banco Central (BC), Fabio Araujo.

Esse adiamento representa um atraso de três meses em relação ao cronograma original, que previa o fim da etapa de testes em fevereiro de 2024. Conforme o cronograma original, a última etapa da fase de testes, que previa negociações simuladas com títulos públicos, ocorreria em fevereiro. Com o adiamento, passará para maio.

“A gente está tendo alguns problemas, está executando o cronograma de uma forma um pouco mais lenta do que a gente tinha planejado para colocar as pessoas para dentro da rede do Drex”, disse Araujo na live semanal do BC no Youtube.

Segundo o coordenador, a preservação da privacidade tem se revelado um “desafio grande” para o desenvolvimento da solução tecnológica.

Apesar da demora na fase de testes, ele manteve a estimativa de que o Drex chegará aos brasileiros no fim de 2024 ou início de 2025.

Segundo o BC, cada letra do real digital equivale a uma característica da ferramenta.

O “D” representar a palavra digital; o “R” representa o real; o “E” representa a palavra eletrônica; e o “X” passa a ideia de modernidade e de conexão, além de repetir a última letra do Pix, sistema de transferência instantânea criado em 2020.

Drex

O Drex será a moeda brasileira (R$) em sua versão digital. O dinheiro físico já é reapresentado com saldos em conta-corrente, por exemplo. Entretanto, um diferencial prático com o Drex será a redução de custos e etapas nas transações entre consumidor e empresa, por exemplo.

O Banco Central irá oferecer a infraestrutura necessária para que os registros de operações de compras ou vendas, como as de imóveis ou veículos, por meio do Real Digital. Assim, será realizado de maneira automática, diminuindo a necessidade de intermediários.

Nesses casos não haveria a discussão sobre a necessidade de o consumidor depositar o dinheiro antes de adquirir o bem ou de o vendedor transferir os documentos do bem antes de receber o montante. Todo o processo passará a ser feito instantaneamente.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Alta dos combustíveis faz previsão para IPCA voltar a subir no boletim Focus
Casal morre ao colidir motocicleta contra automóvel em esquina de Santana do Livramento
Pode te interessar
Baixe o app da TV Pampa App Store Google Play