Sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

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Fernando Henrique Cardoso recebe Eduardo Leite e dá receita para “ganhar a eleição”

Candidato nas prévias presidenciais do PSDB, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, conversou com o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso nesta quarta-feira (29), em São Paulo. A reunião durou cerca de uma hora e meia.

Leite foi até o ex-presidente acompanhado pelo senador Tasso Jereissati, que declarou apoio ao gaúcho na disputa contra o governador de São Paulo, João Doria.

Na conversa, FHC deu o “caminho” para que o tucano ganhe as eleições. “Acho que o importante nessa eleição é ter capacidade de agregar partidos e pessoas. E dar um rumo ao Brasil. Se você fizer isso, ganha a eleição”, disse Fernando Henrique.

“É isso aí, vamos trabalhar”, disse Leite.

Respaldo

Leite afirmou se sentir respaldado pelo ex-presidente para as prévias do PSDB, que vão definir quem será o candidato tucano à Presidência da República nas eleições de 2022.

Leite descartou a possibilidade de compor uma chapa como candidato a vice-presidente, pois só deixaria o governo gaúcho para disputar a vaga principal.

Em agosto, o ex-presidente tucano disse, em vídeo, que apoiaria Doria para ser candidato do partido. Leite afirmou, na saída da residência, que FHC manifestou sua torcida e lhe disse que está com “aquele que mais conseguir agregar, que mais revelar capacidade de juntar apoios”.

“Nós temos tido a capacidade, do nosso lado, de juntar apoios importantes. O senador Tasso é um desses dentro do partido. O ACM Neto manifestou sua torcida, o presidente do PSD, Kassab, também manifestou sua torcida”, falou. “É suficiente para que eu me sinta respaldado por ele para esta missão.”

Questionados sobre o apoio que Fernando Henrique Cardoso deu ao governador paulista, tanto Leite quanto Jereissati disseram que não há um suporte fechado. Tasso disse que “não existe essa história de que declarou voto”, e que ele e FHC sempre estiveram juntos nos últimos quase 40 anos.

“Não vai ser diferente desta vez. Evidentemente, se aparecer alguma liderança que seja capaz de acabar com esses extremismos de um lado e de outro, essas pobres alternativas que estão aí, e fazer a união com as forças de centro, as coisas mudam. E tenho certeza de que eu e FHC não vamos votar de forma diferente um do outro”, afirmou.

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