Sexta-feira, 01 de maio de 2026

Fórmula 1 e equipes homenageiam Ayrton Senna nos 32 anos de sua morte

A Fórmula 1 e equipes da categoria prestaram homenagens a Ayrton Senna nesta sexta-feira (1º), data que marca os 32 anos da morte do tricampeão mundial. Publicações nas redes sociais lembraram o legado do brasileiro, morto em 1º de maio de 1994, após acidente durante o Grande Prêmio de San Marino, em Ímola, na Itália. Em mensagem oficial, a Fórmula 1 destacou que Senna segue presente na memória do esporte.

A categoria relembrou a trajetória do piloto, considerado um dos maiores nomes da história do automobilismo e referência para diferentes gerações. “Sempre em nossos pensamentos. Lembrando de Ayrton Senna hoje e todos os dias”, diz a publicação.

A McLaren, equipe pela qual Senna conquistou seus três títulos mundiais, também publicou homenagem. A escuderia britânica costuma reverenciar o ex-piloto anualmente, e voltou a destacar a ligação histórica entre o brasileiro e a equipe. “Ou você faz algo muito bem, ou nem faz”, homenageou junto de um coração laranja, cor que representa a equipe.

A Williams, última equipe defendida pelo tricampeão mundial, também homenageou o piloto. “Senna sempre”, escreveu a escuderia.

Senna morreu aos 34 anos, na sétima volta da prova em Ímola, quando seu carro saiu da pista na curva Tamburello e bateu contra o muro. A morte provocou comoção internacional e levou a mudanças profundas nos protocolos de segurança da Fórmula 1 nos anos seguintes.

A confirmação oficial da morte, no entanto, só foi divulgada horas depois, às 13h05 (horário de Brasília), pelos principais veículos de comunicação do país.

Na época, o então presidente Itamar Franco decretou luto oficial de três dias. A comoção ultrapassou fronteiras, com líderes de nações como Itália, Argentina, Portugal, França, Japão e Estados Unidos enviando mensagens de solidariedade.

O corpo do piloto chegou ao Brasil no dia 4 de maio, transportado por um avião da Varig. A despedida teve proporções de cerimônia de Estado, com cortejo pelas ruas, velório aberto ao público e honras militares antes do sepultamento.

O velório foi realizado na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo e reuniu cerca de dois mil jornalistas credenciados. Ao longo das homenagens, aproximadamente dois milhões de pessoas participaram entre o trajeto do Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos até o local do velório e o cortejo final até o Cemitério do Morumbi. Só durante o velório, cerca de 200 mil fãs passaram pelo local ao longo de quase 20 horas.

Mesmo mais de três décadas após o acidente, o nome de Senna segue como símbolo do esporte brasileiro e da própria categoria. Tributos em autódromos, equipes e pilotos mantêm viva a memória daquele que se tornou um dos maiores ídolos da história da Fórmula 1.

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