Terça-feira, 14 de julho de 2026

Jairzinho segue como único a marcar gols em todos os jogos em uma mesma edição de Copa do Mundo

Colecionando feitos históricos e atuações memoráveis, Lionel Messi tem quebrado recorde atrás de recorde nesta Copa do Mundo. Entre estes, o principal é, claro, o de ser o maior goleador da história do torneio, com 21 gols em seis edições — sendo oito nesta. No entanto, tem uma marca que, independente do que aconteça daqui para frente, Messi não conseguirá alcançar.

Até hoje, somente Jairzinho foi capaz de balançar as redes em todas as partidas de uma Copa do Mundo. Em 1970, o Furacão marcou sete gols nos seis jogos feitos pela seleção brasileira na campanha do tricampeonato mundial.

Foram dois gols na estreia, contra a Tchecoslováquia (4 a 1), enquanto os outros saíram na sequência de Inglaterra (1 a 0) e Romênia (3 a 2), ainda na fase de grupos, e Peru (4 a 2), Uruguai (3 a 1) e Itália (4 a 1).

Messi, por sua vez, marcou três vezes na estreia da Argentina contra a Argélia (3 a 0), dois contra a Áustria (2 a 0), e outros contra Jordânia (3 a 1), Cabo Verde (3 a 2) e Egito (3 a 2). Nas quartas de final, contra a Suíça, o camisa 10 não balançou as redes, mas deu uma assistência.

A Argentina enfrenta a Inglaterra pela semifinal da Copa do Mundo na próxima quarta-feira, às 16h.

Jairzinho rebate críticas sobre Pelé no futebol moderno: ‘Sacanagem’

Jairzinho não poupou críticas a quem duvida da capacidade que Pelé teria em se adaptar ao futebol atual. Em entrevista à série especial ‘Pelé, o eterno Rei’, comandada por Hélio de La Peña antes da Copa do Mundo, o ex-jogador foi taxativo: para ele, não faz sentido questionar se o Rei se adaptaria a qualquer contexto.

“‘O Pelé não se adaptaria ao futebol atual’… Tá de sacanagem ou falando sério? O Pelé foi convocado até pelo céu para jogar”, disse Jairzinho.

Ao falar sobre a relação com o Rei, Jairzinho contou que aprendeu com o camisa 10 a dividir mais a bola em campo — justamente por incentivo de quem também gostava de decidir as jogadas.

Jair conta que atuar ao lado de Pelé facilitava a vida de qualquer companheiro. Além da inteligência para entender o jogo, ele se comunicava o tempo inteiro dentro de campo e não deixava de cobrar os colegas quando era necessário, mas admitiu que tanto ele quanto o Rei não gostavam de tocar a bola.

“Ninguém se aproxima do Pelé. Depois do Garrincha, meu ídolo é o Pelé. Eu tive a felicidade de jogar com o Rei e era muito fácil, ele era muito inteligente. Ele era muito comunicativo em campo. Eu era muito fominha, queria a bola só para mim, e até isso ele me ajudou a corrigir. Ele reclamava bastante em campo e reclamava também no vestiário. Ele também era fominha.”, disse. Com informações dos portais O Globo e Uol.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Copa do Mundo 2026

Lula considera uma vergonha o avião da Seleção Brasileira chegar de volta ao País com apenas um jogador
Brasileirão volta nesta semana; você lembra como estava seu time na competição? Veja
Pode te interessar
Baixe o app da TV Pampa App Store Google Play